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ÍNDICES: Mercados acionários, moedas e agendas

Data de criação:

access_time 26/05/2020 - 12:16

Data de atualização:

access_time 26/05/2020 - 12:16
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Acompanhe o comportamento dos principais índices dos mercados acionários e das moedas para esta terça-feira (26/05).

ÁSIA – Ao final, o índice Hang Seng da bolsa de Hong Kong ficou em alta de 1,88% aos 23.384. O índice Xangai ficou em alta de 1,01% a 2.846. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 2,21% a 1.789. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 2,55% aos 21.271. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 1,22%. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 1,76% a 2.029. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,21% os 30.609. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 1,16% aos 10.997.

As bolsas de ações da Ásia renovaram os ganhos nesta terça-feira. Os investidores ficaram animados com a decisão do governo do Japão em liberar o retorno das atividades comerciais em ritmo quase normal. Apesar disso, os cuidados com a pandemia prevalecem em todo território asiático. O Japão retirou o estado de emergência, com o que o primeiro-ministro Shinzo Abe chamou de um “novo estilo de vida” pelo uso generalizado de máscaras e demais cuidados. Na China, as declarações do presidente do Banco Popular sobre o apoio à economia também elevaram o sentimento nos mercados de ações. Yi Gang, em comunicado do banco central, prometeu reduzir os custos de empréstimos para empreendedores e “apoiar o desenvolvimento da economia real”.

EUROPA – Há pouco, o índice Stoxx Europe 600 estava em alta de 0,98% aos 348.58 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) seguia em alta de 1,01% aos 6.053 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) seguia em alta de 1,04% a 11.509 pontos; o CAC 40 (Paris) seguia em alta de 1,50% a 4.608 pontos; o FTSE-MIB (Milão) seguia em alta de 1,50% aos 17.860 pontos; o Ibex 35 (Madri) seguia em alta de 2,05% a 6.997 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) seguia em alta de 0,89% a 4.314 pontos.

Na Europa, as bolsas dão sinais de fechamento em campo positivo. A queda no número de casos da COVID-19 e o avanço no medicamento para evitar uma segunda onda da doença estão dando fôlego para todos os mercados. As reaberturas das economias, como Alemanha permitindo a viagem para 31 países europeus, juntamente com Portugal que também estuda reabrir o espaço aéreo e o Reino Unido anunciando os planos para a retomada normal também estão ajudando, bem como a perspectiva de novos estímulos monetários. As moedas ganham força ante o dólar. Na região foram apresentados indicadores.

ESTADOS UNIDOS: O Dow Jones fechou opera em alta de 2,50% aos 25.076 pontos. O S&P opera em alta de 1,93% aos 3.012 pontos. O Nasdaq opera em alta de 1,31% aos 9.445 pontos.

A bolsa de Nova York voltou do feriado e também com a abertura das corretoras em clima positivo. O otimismo se dá com o anúncio do desenvolvimento de medicamentos para o combate à Covid-19, que já está sendo testado e vem se mostrando eficaz, pretendendo iniciar um estudo de estágio final mais amplo em julho. Essa possibilidade pode ajudar a evitar uma segunda onda do contágio. Na agenda de indicadores foi divulgado o índice de atividade nacional de abril, a confiança do consumidor de maio e as vendas de moradias novas de abril. O índice de dólar opera em queda.

BRASIL: O Ibovespa opera em alta de 1,33% aos 86.811 pontos. O dólar comercial opera em queda de 1,82% aos R$5,358 para a venda.

A bolsa de valores de São Paulo opera em forte alta nesta terça-feira. Em dia de indicadores relevantes, embora sob os efeitos da pandemia de coronavírus, o bom humor se mantém com vários países abrindo as economias. O IPC-FIPE da 3ª semana de maio ficou menos negativo que o esperado (-0,38% contra -0,44%). O IPCA-15 é um dos destaques da agenda, marcando deflação. O Congresso e o Governo Federal estudam manter o programa de ajuda emergencial a trabalhadores informais por mais alguns meses no tamanho atual. O dólar comercial dá uma trégua ao real e segue em queda livre. Entre as notícias corporativas, o foco segue com a Latam entrando com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos. A operação brasileira ficou de fora do pedido do grupo, pois o auxílio do BNDES serviu de proteção nesse curto prazo. Ainda, os acionistas, junto com a Qatar Airlines, prometem injetar US$900 milhões para auxiliar na reorganização da companhia (mais informações no decorrer do dia). A companhia é a segunda da América Latina a tomar a decisão em menos de um mês.

Commodities

O petróleo referência Brent opera em alta de 1,02% aos US$36,49 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI seguia em alta de 2,65% aos US$34,13 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do ouro segue em queda de 1,33% a US$1.712,30 a onça na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 2,43% a US$95,28 a tonelada seca.

*Por Ivonéte Dainese

 

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