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Operar comprado: como funciona e como operar

Data de criação:

access_time 21/10/2020 - 16:33

Data de atualização:

access_time 25/11/2020 - 20:30
format_align_left 7 minutos de leitura

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A Bolsa de Valores é o ambiente de negociação que oferece um universo inteiro de oportunidades para aqueles que desejam dedicar-se a investir. Além disso, existem centenas de estratégias diferentes, e uma delas é denominada “operar comprado”.

O objetivo principal dessa modalidade de operação é lucrar com a valorização de determinado ativo. Pensando na importância do assunto, resolvemos escrever este artigo para tratar dele. Assim, você se aprofundará no conceito da estratégia, verá suas vantagens e os riscos envolvidos. Acompanhe-nos nesta leitura!

 

O que é operar comprado?

O termo operar comprado refere-se a uma transação em que o investidor compra um ativo aguardando a sua valorização para obter rentabilidades com a venda em patamares de preços mais elevados do que quando ele o adquiriu.

Essa valorização pode ocorrer de um dia para o outro ou dentro de um mesmo pregão. Portanto, é muito importante que o investidor tenha a sensibilidade e o conhecimento necessários para entender o melhor momento de comprar ou se desfazer de um ativo.

Identificar o momento certo de entrar comprado em uma operação, pode partir da análise do ativo envolvido, sendo essa análise gráfica ou mesmo fundamentalista. Optar por uma dessas análises, dependerá dos objetivos e das próprias estratégias do investidor.

Uma análise equivocada do mercado pode fazer com que uma pessoa compre um ativo e veja o seu preço cair, ficando mais barato do que o valor de entrada e, desse modo, gerando prejuízos na operação.

Operar comprado, em geral, tende a ser uma excelente estratégia quando o mercado apresenta fortes tendências de alta, ou mesmo quando um ativo está sendo negociado com um deságio, ou seja, quando o ativo está “barato”, sendo vendido abaixo do valor patrimonial por ação (VPA).

No entanto, também é possível realizar operações rápidas comprando ativos que estão em uma pequena correção e vender rapidamente, em muitos casos, no mesmo dia.

O mercado financeiro é um mecanismo vivo que emite diversos sinais, que se bem interpretados, podem ser cruciais para a execução de suas movimentações como investidor. Os movimentos mais expressivos ocorrem, não somente por esse motivo, mas muitas vezes por influências de mudanças no cenário político-econômico.

O mesmo pode acontecer depois que o mercado sofre uma grande queda, iniciando sua recuperação para retornar aos patamares de preços anteriores.

É muito importante ter em mente a ideia de que o investidor que opera comprado tem por objetivo principal a rentabilidade oriunda da valorização de ativos, e quando decide mantê-las em carteira, além de visar a valorização nos preços negociados, pode visar também o recebimento de dividendos periodicamente.

 

Qual é a diferença entre operar comprado e vendido?

Operar vendido ou realizar uma venda a descoberto é o extremo oposto de operar comprado. Isso porque as estratégias que levam a essa tomada de decisão, no geral, acontecem quando o mercado está em um momento oposto ao sugerido para momentos de compra.

No caso da venda, a ordem é invertida, bem como a lógica do investidor. Nesse caso, o investidor espera que o ativo sofra uma desvalorização em seu preço, para que assim, em relação à sua ordem de entrada – nesse caso vendido – venha a obter rentabilidade na diferença de preços.

Isso só mostra que é possível obter resultados positivos no mercado, independentemente da direção em que ele se encontra.

 

Como operar comprado na prática?

Em termos operacionais, operar comprado é muito simples. Afinal, na plataforma, basta inserir o código do ativo e a quantidade da qual deseja posicionar-se e apertar o botão “comprar”. Deixando de lado a parte prática, saber a hora certa de entrar em uma operação comprado, assim como em qualquer outra operação, requer conhecimento estratégico e atenção ao cenário macroeconômico.

As estratégias podem variar de acordo com o tempo em que o investidor se mantiver posicionado. As principais são as seguintes:

  •  Estratégias de longo prazo: nesse caso, o investidor permanece comprado por alguns meses ou, até mesmo, anos. Ele até pode receber algum tipo de dividendo por estar posicionado, porém o objetivo principal é buscar o máximo de valorização de um ativo.
  • Estratégias de curto prazo: estas são destinadas a investidores que seguram suas posições compradas por alguns dias ou semanas, com o objetivo de lucrar mais rapidamente com a venda.
  •  Estratégias de curtíssimo prazo: quem opera comprado no curtíssimo prazo — em muitas vezes, entrando e saindo da operação no mesmo dia — pretende especular os preços. É um procedimento muito comum entre os profissionais que praticam day trade.

 

Quais são as vantagens e os riscos desse tipo de operação?

A principal vantagem de operar comprado está na possibilidade de aproveitar todo o movimento de alta de um ativo. Por exemplo, durante o ano de 2019, muitas ações valorizaram-se substancialmente, atingindo patamares recordes na Bolsa de Valores.

O próprio Ibovespa chegou a patamares históricos, alcançando os níveis de aproximadamente 120 mil pontos nos primeiros meses de 2020. Nesse sentido, quem operou comprado de forma predominante durante esse período pode surfar essa onda de movimento de alta.

Por outro lado, também existem riscos que precisam ser considerados para quem opera comprado. Se você adquirir um ativo em um momento errado, ele pode ter o seu valor reduzido, fazendo com que perca o seu rendimento.

No mesmo ano de 2020, testemunhamos o efeito contrário do que aconteceu em 2019. Após a chegada do coronavírus no Brasil, os preços das ações derreteram, retornando a patamares semelhantes ao de 2016 durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Assim, quem comprou ações ou índice futuro, por exemplo, antes que se instaurasse a crise provocada pelo coronavírus, amargou um grande prejuízo. Não obstante, como o mercado é cíclico, muitos desses mesmos preços que despencaram brutalmente de forma muito rápida também se recuperaram ao longo do primeiro semestre do mesmo ano.

E ainda, nesse sentido, muitos puderam aproveitar a queda nos preços de muitos ativos, para iniciar novas posições, comprando ativos a preços que eram inimagináveis até o início do ano de 2020.

Isso nos mostra que não há uma estratégia 100% correta ou vencedora. No mercado financeiro tudo é relativo. Isso significa que, para ter sucesso em seus investimentos, você precisa entender os ânimos do mercado em geral e do próprio ativo que vai comprar.

Por fim, além de conhecer a fundo a estratégia, é fundamental que você agregue conhecimentos sobre o ativo que está negociando e, se possível, conte com a ajuda de um profissional certificado com CNPI – o único autorizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para orientá-lo quanto aos melhores ativos para operar comprado.

Para ter acesso a mais conteúdos como esses que podem ajudar você a melhorar suas estratégias, visite nossa página de conteúdos. Além disso, não perca mais tempo: abra a sua conta no modalmais e conte com a gente nessa jornada no mundo dos investimentos.

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