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Wall Street derrete com Trump nervoso disparando no Brasil, Argentina, França, UE e China

Data de criação:

access_time 03/12/2019 - 12:43

Data de atualização:

access_time 03/12/2019 - 13:43
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Os índices de Wall Street seguem operando no vermelho nesta terça-feira, o segundo dia consecutivo de grandes perdas, depois que o presidente Donald Trump disse que a proposta é adiar o acordo comercial China-Estados Unidos para depois das eleições presidenciais em novembro de 2020. Além disso, Trump disparou a ideia de novas tarifas para a França e União Europeia, bem como as já declaradas para o Brasil e Argentina.

Ao final, o Dow Jones segue em queda de 1,39% aos 27.397. O S&P caía 1,13% aos 3.078. O Nasdaq está perdendo 1,17% os 8.466.

Em quase dois anos de guerra comercial, o presidente considerou a ideia, que está comprometendo o desempenho do mercado acionário global, de adiar para depois das eleições de novembro de 2020 nos Estados Unidos as assinaturas dos acordos comerciais com a China. Lembrando que nos últimos dias Trump estava afirmando que o acordo “Fase 1” estava prestes a ser assinado.

A corrida contra o tempo também parece não incomodar o líder americano, que tem marcado para o dia 15 deste mês a nova rodada de tarifas impostas pelos Estados Unidos para os produtos da China.

Em Londres, numa coletiva de imprensa com Trump participando da reunião da OTAN, disse que não tinha “prazo” para concluir as negociações comerciais da China. “De certa forma, acho melhor esperar até depois da eleição se você quiser saber a verdade. Mas não vou dizer isso, acho que sim ”, disse Trump.

Ainda nesta sessão, os investidores também estão atentos para as tarifas do aço e alumínio vindos do Brasil e Argentina para os Estados Unidos. O presidente, que pegou os governos dos dois países de surpresa nesta segunda-feira, justificou que a decisão de retomar as cobranças das tarifas, 25% e 10%, das commodities do Brasil e Argentina por conta das desvalorizações de suas moedas, real e peso.

Hoje foi a vez da França, com as propostas de tarifas de até 100% sobre as importações francesas de US $ 2,4 bilhões. No encontro com o presidente da França Emmanuel Macron, Trump disse que ainda será discutido o tema neste evento da OTAN.

Mais, os Estados Unidos também estão preparando tarifas sobre US $ 7,5 bilhões em importações da União Europeia sobre subsídios, que ele considera ilegais, para a gigante europeia de aviões Airbus, seguindo uma decisão da Organização Mundial do Comércio que deu ao governo americano um sinal verde para impor os impostos. A OMC decidiu que a UE não havia cumprido uma ordem para encerrar os subsídios.

Depois dessa investida rigorosa dos Estados Unidos contra os diversos países, o mercado acionário mais importante do mundo segue acompanhando os desempenhos das ações das empresas mais afetadas com essa “guerra comercial mundial”

Entre as ações com perdas estão as de semicondutores Advanced Micro Devices Inc, queda de 3,5%, as da Micron Technology Inc, queda de 3,2% e as da Nvidia Corp, recuo de 4%.

As ações da Netlfix Inc caíam 2,1%, depois que o Citigroup cortou a classificação das ações de compra para neutra e cortando o preço-alvo para US $ 325, de US $ 410.

As ações da PepsiCo Inc subiram 0,3% depois que o fabricante de bebidas e lanches disse que planejava comprar a BFY Brands Inc., fabricante de lanches PopCorners, por um valor não revelado.

A agenda norte-americana está vazia.

Tradução ID com agências internacionais

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