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Wall Street recua na sessão e despenca no trimestre

Data de criação:

access_time 31/03/2020 - 17:59

Data de atualização:

access_time 31/03/2020 - 17:59
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Os índices de peso de Wall Street fecharam as negociações desta terça-feira no vermelho, depois de ganhos na parte da manhã, com o Dow Jones devolvendo a alta de ontem. A pandemia de COVID-19 seguiu pressionando também nos resultados trimestrais, os piores da história da bolsa de Nova York.

Nesta terça-feira, ao final, o Dow Jones ficou em queda de 1,84% aos 21.917 pontos. O S&P recuou 1,60% aos 2.584 pontos. O Nasdaq ficou em queda de 0,95% aos 7.700 pontos.

No trimestre, o Dow Jones caiu 23,2%, o pior desempenho registrado para um primeiro trimestre e o maior declínio trimestral desde o quarto trimestre de 1987. O S&P 500 caiu cerca de 42 pontos na sessão e deixando uma queda trimestral de 20%. O Nasdaq caiu 74 na sessão e uma queda trimestral de cerca de 14,2%.

No mês de março, o Dow Jones caiu 13,7%, o S&P 500 recuou mais de 12,5% e o Nasdaq ficou abaixo de 10,1%, representando as piores quedas mensais para os benchmarks desde 2008, quando do estouro da crise econômica e que se arrastou por mais de dois anos nos Estados Unidos.

Os rendimentos dos títulos do governo caíram, com o rendimento da nota de 10 anos do Tesouro dos Estados Unidos em 0,657%, caindo cerca de 8 pontos base, para 0,7%.

Todo esse estrago no mais importante mercado de ações do mundo se deu com a pandemia de coronavírus, que tornou os Estados Unidos, pelo menos neste momento, com o epicentro da COVID-19.

A doença, que já infectou mais de 800 mil pessoas e matou quase 40 mil em todo o mundo, surgiu em dezembro na cidade de Wuhan, China. O vírus se espalhou rapidamente e causou o desligamento forçado dos negócios e atividades pessoais, com o objetivo de limitar a propagação.

A interrupção da atividade está dando um “soco” nas economias de todo o mundo e despertando ainda mais as preocupações de uma recessão global, que por sua vez obrigou os investidores a reapreciar ativos considerados de risco. O estado no mundo é de guerra.

Com isso, bancos centrais, governo e organizações, em especial as de saúde, estão no esforço diário para evitar a disseminação da doença, preservando vidas e, ao mesmo tempo, tentando encontrar mecanismos para evitar um desaquecimento ainda maior da economia mundial.

Enquanto isso, os indicadores econômicos lançados nos últimos dias, ainda sem a contabilidade comprometida pela COVID-19, davam sinais de que o ano de 2020 seria mesmo de aceleração. Mas não foi em assim com as empresas de turismo, companhias aéreas, montadoras, entre outras, completamente paralisadas. Ao mesmo que as gigantes farmacêuticas permanecem no esforço contínuo para descobrir uma droga ou vacina para conter o vírus.

Por fim, a disputa comercial no setor petrolífero entre a Rússia e a Arábia Saudita e o excesso da oferta da commoditie seguem derrubando preços do barril. Hoje, por exemplo, o WTI ficou cotado a US$20,32 o barril e alta de 1,10%.

D e volta ao mercado, nesta terça-feira, entre as ações com ganhos no Dow Jones ficaram as da Caterpillar, alta de 3,88%, as da Exxon Mobil, alta de 1,25%, e as da Chevron, alta de 0,71%. Na contramão ficaram as ações da American Express, queda de 5,16%, Home Depot, queda de 4,79%, as da Procter & Gamble, queda de 4,79%.

Nos Estados Unidos, o S&P/Dow Jones divulgaram hoje os últimos resultados para o índice de preços de casas referentes ao mês de janeiro.  Os aumentos são modestos e são referentes às nove divisões, com um ganho anual de 3,9% em janeiro, ante 3,7% no mês anterior.

Nos Estados Unidos, o índice Conference Board Consumer Confidence caiu acentuadamente em março, após um aumento em fevereiro. O índice agora é de 120,0, abaixo dos 132,6 de fevereiro.

Nos Estados Unidos, o Índice do Clima de Negócios de Chicago (Business Barometer), produzido com o Institute For Supply Management – ISM, caiu 1,1 pontos em março, marcando uma 9ª leitura consecutiva abaixo de 50. No entanto, o sentimento dos negócios aumentou marginalmente em 0,2 pontos, para 46,6 no primeiro trimestre.

Tradução ID de relatórios oficiais e de agências internacionais

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