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ANÁLISE: Brasil e o IPCA-15 para agosto

Data de criação:

access_time 25/08/2020 - 16:00

Data de atualização:

access_time 25/08/2020 - 16:00
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O IPCA15 de agosto teve leitura em linha com o esperado por nós e pelo mercado, avançando 0.23% no mês e 2.28% se comparado com o ano passado.

Por dentro do índice, nota-se impacto dos preços administrados, que avançaram 0.86% no mês (anterior: 1.28%), enquanto os preços livres tiveram novo comportamento benigno, avançando modestos 0.01%.

Especificamente por dentro dos livres por categorias de uso, nota-se avanço tanto de duráveis como de não duráveis. Os preços tradables avançaram 0.72% no mês, maior avanço desde janeiro deste ano e reforçando a tendência de cinco meses consecutivos de leituras incrementais mais elevadas.

Em outras aberturas relevantes, vemos avanço de 0.61% em alimentação, enquanto serviços caíram pelo quarto mês consecutivo para -0.50% e serviços subjacentes arrefeceram de avanço de 0.10% para 0.06%.

Em termos %YoY, alimentação segue como fator de pressão para a evolução dos preços, avançando 9.96%.

A parte de tradables avança em termos %MoM e %YoY, mas nontradables por outro lado segue perdendo momento.

Nos núcleos, nota-se o quarto avanço consecutivo nas médias dos cinco núcleos acompanhados pelo BC, avançando de 0.11% para 0.14% no MoM. Por outro lado, em termos YoY a média segue benigna, com avanço de 2.01% para 2.02%.

O cenário inflacionário segue benigno, reforçando que não será por este fator que veremos pressões para revisão da política monetária no curto e no médio prazo.

*Felipe Sichel, estrategista-chefe do banco digital modalmais.

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