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ANÁLISE: Começando 2021 com o pé direito

Data de criação:

access_time 04/01/2021 - 11:29

Data de atualização:

access_time 04/01/2021 - 11:29
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Esperamos que nossos leitores tenham tido boa passagem para o ano de 2021. Estamos começando o novo ano com o pé direito, o que significa mercados abrindo no campo positivo. Os problemas do mundo não encerraram com o ano calendário, mas sempre existe a esperança renovada que seja possível acertar os erros cometidos.

Hoje, mercados da Ásia terminaram o dia no campo positivo, exceto a bolsa de Tóquio, em queda de 0,68%, mas com destaque para Seul com +2,47%. A Europa começando o dia com boa valorização e acelerando, enquanto futuro do mercado americano também com boas altas. Aqui, expectativa de retomada do patamar de 120.000 pontos, e mais alguns recordes seguidos de pontuação.

Os investidores ainda reverberam as boas expectativas de vacinação massiva das populações do mundo e os EUA declararam querer vacinar 100 milhões de pessoas ainda em janeiro. Pouco mais de 40 países já iniciaram vacinação e o Brasil está bem atrasado nisso, com nossos vizinhos Chile e Argentina já tendo começado a vacinar ainda em 2020.

Nos EUA, grupo bipartidário de senadores querem a certificação de Biden como presidente, enquanto Paul Ryan, ex-presidente da Câmara criticou aqueles que pedem uma auditoria do resultado. O dia também está sendo de divulgação de indicadores PMI da atividade industrial de dezembro para diferentes países. No Japão, o indicador atingiu 50 pontos, mostrando equilíbrio, depois de passar 19 meses abaixo de 50 pontos, o que significa contração da atividade.

Já na China, o PMI Caixin mostrou queda para 53,0 pontos, vindo de 54,9 pontos, e na Alemanha alta para 58,3 pontos no maior patamar desde fevereiro de 2018. Na zona do euro, alta para 55,2 pontos e no Reino Unido alta para 57,5 pontos, no maior patamar em três anos. Lá começa uma nova fase com o Brexit e acordos que vão sendo sacramentados.

No mercado internacional, o petróleo WTI negociado em NY mostrava alta de 0,68%, com o barril cotado a US$ 48,85, já abaixo da máxima do dia. O euro mostrava alta para US$ 1,23 e notes americanos de 10 nos com taxa de juros de 0,93%. O ouro e a prata com boas altas na Comex, enquanto as commodities agrícolas tiveram um comportamento positivo na Bolsa de Chicago.

Aqui, o governo proibiu a exportação de seringas, depois do insucesso no leilão, onde conseguiu comprar apenas 2,4% do previsto. Clinicas particulares se mobilizam para adquirir 5,0 milhões de doses de vacinas da Índia.

Na economia, o governo terá uma corrida contra o tempo para endereçar claramente como vai lidar com o problema fiscal grave. Bolsonaro disse que o salário mínimo será de R$ 1100,00, onde não há previsão no orçamento.

No mercado, expectativa com a nova pesquisa Focus do Bacen e saldo comercial de 2020, além do PMI industrial de dezembro. Nos EUA, PMI industrial, os investimentos em construção de novembro e discursos de dirigentes do FED.

Expectativa para o dia de retomada de 120.000 pontos do Ibovespa, dólar mais fraco e juros em queda.

*Alvaro Bandeira é sócio e economista-chefe do banco digital modalmais

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