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ANÁLISE: Inflação dos EUA

Data de criação:

access_time 10/03/2021 - 12:21

Data de atualização:

access_time 10/03/2021 - 12:21
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O índice de inflação ao consumidor nos EUA (CPI) teve leitura em linha com o esperado no headline (0.4%), mas abaixo da expectativa no subjacente (0.1% vs. 0.2%) em fevereiro.

O principal risco à frente relaciona-se ao estímulo fiscal e seu impacto sobre o fechamento do hiato. No entanto, seguimos prevendo que a inflação não acelerará de forma significativa a ponto de causar elevação da taxa de juros ao longo dos próximos dois anos e meio ao menos.

Comentários:

O índice de inflação ao consumidor nos EUA (CPI) teve leitura em linha com o esperado no headline (0.4%), mas abaixo da expectativa no subjacente (0.1% vs. 0.2%) em fevereiro.

Por dentro da leitura subjacente, nota-se leitura negativa na parte de bens, com queda de -0.2% (YoY: 1.3%), puxado pela queda de vestuário, automóveis e bens médicos, principalmente.

Já a parte de serviços subjacente acelerou para 0.2%, maior leitura dos últimos meses e puxando o YoY para 1.3%. Houve aceleração da inflação de moradia e novamente +0.5% em serviços médicos, que avança para 3% YoY. Serviços de transporte voltaram a registrar queda, puxada essencialmente por tarifas aéreas, enquanto seguros aceleraram 0.7% após avanço de 1.6% no mês passado.

Na métrica QoQ anualizada, vemos desaceleração do índice subjacente para 0.71%, menor patamar desde o segundo trimestre do ano passado. Com a passagem da pandemia, esperamos manutenção da volatilidade dos indicadores de inflação (como sustentado pelo FED).

O principal risco à frente relaciona-se ao estímulo fiscal e seu impacto sobre o fechamento do hiato. No entanto, seguimos prevendo que a inflação não acelerará de forma significativa a ponto de causar elevação da taxa de juros ao longo dos próximos dois anos e meio ao menos.

*Por Felipe Sichel é estrategista-chefe do banco digital modalmais

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