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ANÁLISE: Vendas do Varejo dos Estados Unidos

Data de criação:

access_time 15/04/2020 - 10:24

Data de atualização:

access_time 15/04/2020 - 10:24
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As vendas no varejo de março mostraram queda significativa nos EUA tanto no headline como nas medidas subjacentes. Apesar disso, o grupo de controle apresentou variação positiva ante expectativa de retração:
Retail Sales: -8.7% (esperado: -8.0%; anterior: -0.5%, revisto para: -0.4%)
Retail Sales Ex-Auto: -4.5% (esperado: -5.0%; anterior: -0.4%)
Retail Sales Ex-Auto & Gas: -3.1% (esperado: -5.2%; anterior: -0.2%)
Retail Sales Control Group: 1.7% (esperado: -2.0%; anterior: 0.0% revisto para: -0.2%)

O dado evidentemente referenda a retórica de provisionamento para o período de lockdown somado a um cancelamento de compra de itens caros ou deferíveis no tempo. Desconsiderando-se o movimento de supermercados e farmácias, a queda seria próxima a -20% no mês.

Ademais, fica evidente que durante parte do mês a economia americana ainda mantinha um grau de normalidade. Assim, a perspectiva para abril, que será praticamente todo fechado nos EUA, é extremamente negativa para o lado do consumo.

Comentários:

Vendas no varejo de março mostraram queda significativa nos EUA tanto no headline como nas medidas subjacentes. Apesar disso, o grupo de controle apresentou variação positiva ante expectativa de retração:
Retail Sales: -8.7% (esperado: -8.0%; anterior: -0.5%, revisto para: -0.4%)
Retail Sales Ex-Auto: -4.5% (esperado: -5.0%; anterior: -0.4%)
Retail Sales Ex-Auto & Gas: -3.1% (esperado: -5.2%; anterior: -0.2%)
Retail Sales Control Group: 1.7% (esperado: -2.0%; anterior: 0.0% revisto para: -0.2%)

Em doze meses, a queda foi de -6.2%, maior desde setembro de 2009.

Por dentro do índice, destaca-se forte retração na parte de motor vehicles, móveis, eletrônicos, vestuário, bens esportivos, serviços de alimentação e postos de gasolina.

Por outro lado, registram elevação os materiais de construção, alimentação e gastos com saúde.

De treze categorias contempladas no indicador, somente cinco apresentaram expansão.
Em termos de contribuição para a aqueda, vehicle & parts retiraram -4.20% do índice, enquanto alimentação fora do domicilio retirou outros -2.66%. A grande contribuição positiva ficou por conta de alimento, que adicionou 4.35% às vendas no varejo.

O dado evidentemente referenda a retórica de provisionamento para o período de lockdown somado a um cancelamento de compra de itens caros ou deferíveis no tempo. Desconsiderando-se o movimento de supermercados e farmácias, a queda seria próxima a -20% no mês.

Ademais, fica evidente que durante parte do mês a economia americana ainda mantinha um grau de normalidade. Assim, a perspectiva para abril, que será praticamente todo fechado nos EUA, é extremamente negativa para o lado do consumo.

*Felipe Sichel é estrategista-chefe do modalmais

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