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ANBIMA: Projeção para a Selic subiu para 4,5% no fim de 2021

Data de criação:

access_time 17/03/2021 - 14:30

Data de atualização:

access_time 17/03/2021 - 14:30
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O início do ciclo ascendente da Selic deve começar hoje, de acordo com o Grupo Consultivo Macroeconômico, formado por economistas de instituições Associadas à Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais – ANBIMA. Para o grupo, o Comitê de Política Monetária – Copom, Banco Central do Brasil, deve subir os juros para 2,5%. As estimativas do grupo para o encerramento do ano também foram ajustadas para cima em relação à reunião anterior, realizada em janeiro: passaram de 3% a 4,5%.

“Fomos surpreendidos pela alta da inflação em horizonte muito curto. Há, portanto, um consenso entre os economistas de que a Selic deve assumir trajetória crescente a partir de agora”, afirma o coordenador do grupo na ANBIMA, Fernando Honorato. A média para o resultado do IPCA no ano passou de 3,4%, apontada na reunião anterior do grupo, para 4,4%, o que representa 65 pontos acima do centro da meta de inflação para 2021, que é de 3,75%.

Para o PIB, a avaliação dos economistas é de que haja uma contração de 0,4% no primeiro trimestre (em janeiro, a projeção era de queda de 0,2%). A estimativa para o encerramento de 2021 também foi revisada para baixo: passou de alta de 3,4%, apontada na reunião anterior, para 3,2%. No debate fiscal, houve ligeira melhora. O déficit primário subiu de 2,9% para 3% e a dívida bruta passou de 89,7% para 89,1% do PIB.

Quanto ao câmbio, os economistas acreditam que o real deve permanecer pressionado pelo dólar. A estimativa para o fim de 2021 aumentou de R$ 5,10, apontada na reunião anterior do grupo, para R$ 5,30, o que corresponde a desvalorização de 2% da moeda local.

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