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Boletim Focus: Projeções são de alta no IPCA e queda para 3,23% do PIB

Data de criação:

access_time 15/03/2021 - 11:29

Data de atualização:

access_time 15/03/2021 - 11:29
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No Boletim Focus desta segunda-feira (15/03), as instituições financeiras consultadas pelo Banco Central do Brasil revisaram alguns indicadores.

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), as projeções saíram de 3,98% para 4,60%. Para 2022, a previsão para o IPCA ficou 3,50%. Para 2023, as estimativas ficaram em 3,25% e o mesmo número para 2024.

A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) saiu de 3,26% para a queda em 3,23% em 2021. Para 2022, a estimativa saiu de 2,48% para 2,39%. Para 2023 e 2024, a projeção permaneceu em 2,50%.

A taxa de câmbio saiu de R$5,15 para R$5,30 esse ano. Para 2022, o valor saiu de R$5,13 para R$5,20. Para 2023, a projeção ficou em R$5,00. No ano seguinte, o valor também ficou em R$5,00.

Para a taxa Selic, os analistas elevaram de 4,00% para 4,50% em 2021, mantiveram os 5,50% para 2022. Para o ano seguinte, a projeção é de 6% e também para 2024.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

 

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