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Consolidado do Setor Público marca déficit primário de R$131,4 bilhões

Data de criação:

access_time 30/06/2020 - 13:45

Data de atualização:

access_time 30/06/2020 - 13:45
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O Banco Central do Brasil mostrou hoje que o setor público consolidado registrou déficit primário de R$131,4 bilhões em maio. O Governo Central e os governos regionais tiveram déficits respectivos de R$127,1 bilhões e de R$4,8 bilhões, e as empresas estatais, superávit de R$422 milhões. No ano, até maio, o déficit primário acumulado do setor público consolidado atingiu R$214,0 bilhões, ante superávit de R$7 bilhões no mesmo período do ano anterior, e no acumulado em 12 meses o déficit primário atingiu R$282,9 bilhões (3,91% do PIB).

Os juros nominais do setor público consolidado, apropriados por competência, somaram R$9 bilhões em maio, comparativamente a R$34,5 bilhões no mesmo mês de 2019. Contribuíram para essa evolução as reduções na taxa Selic e no IPCA no período, além da trajetória favorável das operações de swap cambial (ganho de R$3,5 bilhões, em maio de 2020, ante perda de R$1,6 bilhão, no mesmo mês de 2019). Nos últimos 12 meses, os juros nominais atingiram R$355,7 bilhões (4,91% do PIB), comparativamente a R$384,4 bilhões (5,46% do PIB) no acumulado até maio do ano anterior.

O resultado nominal do setor público consolidado, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados, foi deficitário em R$140,4 bilhões em maio. No acumulado em 12 meses, o déficit nominal alcançou R$638,6 bilhões (8,82% do PIB), elevando-se 1,33 p.p. do PIB em relação ao déficit acumulado até abril.

Dívidas

A Dívida Líquida do Setor Público alcançou R$3,983,4 trilhões (55,0% do PIB) em maio, aumento de 2,3 p.p. do PIB em relação ao mês anterior. Esse resultado refletiu, em especial, o impacto do déficit primário no mês (aumento de 1,8 p.p.), do efeito da variação do PIB nominal (aumento de 0,4 p.p.) e dos juros nominais apropriados (aumento de 0,1 p.p.). No ano, a relação DLSP/PIB reduziu-se 0,7 p.p., evolução decorrente, sobretudo, da desvalorização cambial acumulada de 34,6% (redução de 5,2 p.p.), do ajuste da paridade da cesta de moedas da dívida externa líquida (redução de 0,6 p.p.), do déficit primário acumulado (aumento de 3,0 p.p.) e dos juros nominais apropriados (aumento de 2,1 p.p.).

A Dívida Bruta do Governo Geral – que compreende o Governo Federal, o INSS e os governos estaduais e municipais – alcançou R$5,929,1 trilhões em maio, equivalente a 81,9% do PIB, aumento de 2,1 p.p. do PIB em relação ao mês anterior. Essa evolução decorreu de emissões líquidas de dívida bruta (aumento de 1,3 p.p.), do efeito da variação do PIB nominal (aumento de 0,5 p.p.) e da incorporação de juros nominais (aumento de 0,3 p.p.). No ano, o aumento de 6,1 p.p. na relação DBGG/PIB decorreu das emissões líquidas de dívida (aumento de 2,5 p.p.), da incorporação de juros nominais (aumento de 1,9 p.p.), da desvalorização cambial acumulada (aumento de 1,6 p.p.), do efeito da variação do PIB nominal (aumento de 0,2 p.p.) e do ajuste da paridade da cesta de moedas da dívida externa (redução de 0,1 p.p.).

 

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