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ENERGIA: Índice Comerc marca queda de 2,91% no consumo em abril

Data de criação:

access_time 18/05/2021 - 16:29

Data de atualização:

access_time 18/05/2021 - 16:29
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Os impactados com as medidas restritivas por conta do avanço da pandemia do coronavírus no País, entre os 10 de 11 principais setores da economia registraram queda no consumo de energia. A contração em abril foi de 2,91%, no que seria a segunda queda consecutiva no ano.

Quando da análise setorial, no último mês de março, o consumo de energia havia caído 1,26% frente ao mês anterior, seguindo o ritmo abre e fecha das atividades econômicas.

Com exceção do setor de Siderurgia e Metalúrgica – que apresentou tímido crescimento de 1,64% – o desempenho em queda foi influenciado, principalmente, pelos setores de Papel e Celulose (-9,26%), Têxtil, Couro e Vestuário (-6,71%), Veículos e Autopeças (- 6,67%) e Alimentos (- 6,12%). É o que aponta o Índice Comerc, que desde 2015 avalia o consumo de energia pelos principais segmentos da economia.

As demais categorias acompanharam os resultados negativos, porém com quedas menos acentuadas, variando entre -0,16% (Materiais de Construção) e -3,86% (Eletromecânica).

Apesar do cenário atual de retração, que leva em conta a extensão das medidas de isolamento social para combater a pandemia de coronavírus – com a interrupção total ou parcial das atividades econômicas – a performance do consumo de energia reflete um comportamento pontual alinhado à conjuntura econômica.

“A queda observada nos meses de março e abril é reflexo direto das restrições das atividades econômicas. Apesar dos altos e baixos resultados desde o início desse ano, podemos notar a resiliência dos setores diante da pandemia da Covid-19 e esperar que o ano de 2021 seja mais promissor que 2020”, comenta o vice-presidente do Grupo Comerc, Marcelo Avila.

Já na comparação anual com 2020, o consumo consolidado de abril 2021 teve alta de 26,35%. O resultado aponta para uma perspectiva animadora, sobretudo considerando as oscilações sentidas no consumo de energia nos últimos 12 meses, desde o início da pandemia da Covid-19.

“Os próximos meses indicam para um cenário econômico e industrial mais otimista, desse modo, os índices do mercado de energia devem voltar a patamares mais positivos, com forte demanda para o setor de energia ”, conclui Ávila.

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