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INDICADORES: Resumo da Agenda Global para esta quinta-feira

Data de criação:

access_time 15/04/2021 - 13:06

Data de atualização:

access_time 15/04/2021 - 13:06
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Acompanhe o resumo da agenda econômica desta quinta-feira (15/04). O destaque ficou com o setor de Serviços do Brasil.

ÁSIA

Na Austrália, os números do emprego ficaram mais forte em março, com o índice de desemprego caindo para 5,6%. A Austrália criou 70.700 novos postos no mês de março, o que aumentou a participação geral da força de trabalho para 66,3%. É de notar que o emprego a tempo parcial aumentou em 91.100, enquanto o emprego em tempo integral caiu em 20.800. Os dados são do Governo Australiano.

Na China, ainda essa noite, serão apresentados o PIB, os investimentos fixos, as vendas no varejo e os dados do setor de trabalho.

EUROPA

Na Alemanha, a taxa de inflação, medida como a variação homóloga do índice de preços ao consumidor, subiu 1,7% em março de 2021. A taxa de inflação foi positiva pelo terceiro mês consecutivo depois de uma queda temporária do valor acrescentado as alíquotas de impostos (fevereiro de 2021: + 1,3%).

O Instituto Federal de Estatística (Destatis) também informa que os preços ao consumidor subiram 0,5% em relação a fevereiro de 2021. Os preços dos bens (total) subiram 1,9% de março de 2020 a março de 2021. Os preços dos produtos energéticos subiram 4,8% no comparativo anual.

Na França, em março de 2021, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,6% em um mês, depois de ficar estável em fevereiro. Os preços dos produtos manufaturados tiveram forte recuperação (+1,6% após -0,9%) devido ao fim das vendas de inverno.

Os preços dos alimentos ficaram estáveis depois da queda de 0,2% no último mês. Os preços dos serviços (+ 0,1% após + 0,2%) e os da energia (+ 2,2% após + 2,5%) abrandaram ligeiramente. Com ajuste sazonal, os preços ao consumidor subiram 0,1%, depois da queda de 0,1% em fevereiro. Na comparação anual, os preços ao consumidor subiram 1,1%, depois da alta em 0,6% em fevereiro. Os dados são do INSEE.

CANADÁ

No Canadá, depois do maior aumento observado em sete meses em janeiro (+ 3,4%), as vendas de manufaturados caíram 1,6%, para US $ 55,4 bilhões em fevereiro, devido à queda nas vendas de equipamentos de transporte. As quedas foram parcialmente compensadas por vendas mais altas nas indústrias de produtos de petróleo e carvão, química e madeira. Os dados são do Governo Canadense.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, em março, a produção industrial total subiu 1,4%. O ganho em março seguiu uma queda de 2,6% em fevereiro, que resultou em grande parte de paralisações generalizadas relacionadas ao clima severo de inverno na região centro-sul do país.

No primeiro trimestre, a produção industrial total aumentou 2,5% a uma taxa anual. Em março, a produção industrial e a produção em mineração subiram 2,7% e 5,7%, respectivamente.

A produção dos serviços públicos recuou 11,4%, já que a demanda por aquecimento caiu devido a uma oscilação nas temperaturas de um fevereiro excepcionalmente frio para um março excepcionalmente quente.

Em 105,6% da média de 2012, a produção industrial total em março foi 1,0% maior do que o nível do ano anterior, mas ficou 3,4% abaixo do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020).

A capacidade de utilização para o setor industrial subiu 1,0 p.p em março para 74,4%, uma taxa que é 5,2 p.p abaixo de sua média de longo prazo (1972-2020). Os dados são do Federal Reserve.

Nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio-desemprego, com ajustes, ficaram em 576 mil na semana fechada em 10 de abril, ou seja, queda em 193 mil na relação com o nível revisado da semana anterior. O resultado ficou bem abaixo da estimativa de 703 mil previsto pelo mercado. Os dados são do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos e foram apresentados nesta quinta-feira (15/04).

Este é o nível mais baixo para reivindicações iniciais desde 14 de março de 2020, quando era de 256 mil. Na semana passada, o nível foi revisado para cima em 25 mil, de saindo de 744 mil para 769 mil.

A taxa de desemprego, que é medida pelas solicitações e com ajuste, ficou em 2,7% na semana encerrada em 03 de abril, um aumento de 0,1 ponto percentual da taxa não revisada da semana anterior.

Nos Estados Unidos, o Census Bureau anunciou as seguintes novas estatísticas de manufatura e comércio para fevereiro de 2021: o valor combinado das vendas de comércio distributivo e embarques dos fabricantes em fevereiro, ajustado para as diferenças sazonais e de dia de negociação, mas não para mudanças de preço, foram estimadas em US$ 1,549,6 bilhões, queda de 1,9% (± 0,3%) em relação a janeiro de 2021, mas foi de 5,7% (± 0,4%) de fevereiro de 2020.

Os estoques de fabricantes e comerciais para fevereiro, ajustados para variações sazonais, mas não para mudanças de preços, foram estimados em um nível de final de mês de US$ 2,010,8 bilhões, alta de 0,5% (± 0,1%) em relação a janeiro de 2021, mas caíram 0,7% ( ± 0,4%) a partir de fevereiro de 2020.

A relação estoque total de negócios / vendas com base em dados ajustados sazonalmente no final de fevereiro era de 1,30. A proporção de fevereiro de 2020 foi de 1,38.

Nos Estados Unidos, as condições de manufatura na região do Federal Reserve da Filadélfia continuaram melhorando este mês, de acordo com empresas que responderam à Pesquisa de Perspectivas de Negócios de Manufatura de abril. Os indicadores de atividade geral, expedições e emprego aumentaram.

O índice da atividade manufatureira atual subiu de uma leitura revisada de 44,5 em março para 50,2 neste mês, seu ponto mais alto em quase 50 anos. Quase 59% das empresas relataram aumentos na atividade corrente neste mês, com apenas 8% relatando quedas.

O índice atual de novos pedidos caiu 2 pontos, para 36,0 em abril, enquanto o atual o índice de remessas aumentou 3 pontos para 25,3.

As empresas continuaram aumentando as folhas de pagamento este mês. O índice de emprego atual aumentou de uma leitura revisada de 27,4 em março para 30,8 neste mês, sua maior leitura registrada.

Mais de 35% das empresas respondentes relataram aumentos em emprego, enquanto apenas 4% das empresas relataram quedas. O índice da semana de trabalho atual caiu 7 pontos para 29,8%.

O índice de número de empregados aumentou cinco pontos, para 13,9, e o índice médio da semana de trabalho subiu para 12,7, indicando ganhos contínuos no emprego e nas horas trabalhadas.

Nos Estados Unidos, o relatório NAHB / Wells Fargo Housing Market Index (HMI), divulgado hoje, mostra que a confiança dos construtores no mercado de casas unifamiliares recém-construídas aumentou um ponto, para 83 em abril. Apesar da alta, os construtores continuam lutando contra o aumento dos preços da madeira serrada e problemas de cadeia de abastecimento. Os consumidores estão enfrentando preços residenciais mais altos devido à falta de estoque.

BRASIL

No Brasil, o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) subiu 1,58% em abril. No mês anterior, o índice havia apresentado taxa de 2,99%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 9,16% no ano e de 31,74% em 12 meses. Em abril de 2020, o índice variara 1,13% no mês e acumulava elevação de 6,73% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 1,79% em abril. No mês anterior, o índice havia registrado taxa de 3,69%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram de 2,22% em março para 1,71% em abril. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de 17,61% para 6,75%. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 1,69% em abril. No mês anterior, a taxa havia sido 1,02%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,87% em abril. Em março, o índice havia apresentado taxa de 0,71%. Sete das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,27% para 0,78%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item artigos de higiene e cuidado pessoal, cuja taxa passou de 0,01% para 1,36%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 1,24% em abril. No mês anterior a taxa subira 1,96%. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de março para abril: Materiais e Equipamentos (4,49% para 2,76%), Serviços (0,73% para 0,55%) e Mão de Obra (0,18% para 0,11%).

No Brasil, os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados hoje (15), pelo IBGE mostraram que o setor de serviços cresceu 3,7% na passagem de janeiro para fevereiro. O resultado superou pela primeira vez o nível em que se encontrava antes da pandemia de Covid-19. Em nove meses consecutivos de taxas positivas, o setor acumula crescimento de 24,0%, se recuperando assim da perda de 18,6% registrada nos meses de março e maio de 2020.

O crescimento foi bastante disseminado, sendo acompanhado por todas as cinco atividades investigadas e por dezoito das 27 unidades da federação. São Paulo (4,3%), Minas Gerais (3,5%), Mato Grosso (14,8%) e Santa Catarina (3,9%) registaram as principais altas e o Distrito Federal (-5,1%) a retração mais relevante.

  *Tradução ID de relatórios

 

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