Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

INDICADORES: Resumo da Agenda Global para esta terça-feira

Data de criação:

access_time 30/03/2021 - 14:06

Data de atualização:

access_time 30/03/2021 - 14:06
format_align_left 6 minutos de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

Acompanhe o resumo da agenda econômica desta terça-feira (30/03). O destaque ficou com o PPI do Brasil.

ÁSIA

No Japão, as vendas no varejo caíram 1,5% em fevereiro em relação ao ano anterior, segundo dados do Governo, uma queda menor do que a previsão média do mercado de 2,8%.

EUROPA

Na Alemanha, de acordo com o Serviço Federal de Estatística (Destatis), o índice de preços de importação subiu 1,4% em fevereiro de 2021 em comparação com o mesmo mês do ano passado. Em janeiro de 2021 e em dezembro de 2020, as taxas de variação anuais foram de -1,2% e -3,4%, respetivamente. De janeiro de 2021 a fevereiro de 2021, o índice aumentou 1,7%.

O índice de preços de importação, excluindo petróleo bruto e derivados de óleos minerais, subiu 1,5% em fevereiro de 2021 em relação a fevereiro de 2020 e na comparação com janeiro de 2021 subiu 1,0%.

O índice de preços de exportação avançou 0,7% em fevereiro de 2021, em comparação com o mês correspondente do ano anterior. Em janeiro de 2021 e em dezembro de 2020, as taxas de variação anuais foram de + 0,1% e -0,6%, respetivamente. De janeiro de 2021 a fevereiro de 2021, o índice subiu 0,5%.

Na Espanha, a estimativa da inflação anual – CPI em março de 2021 é de 1,3%, de acordo com o indicador da prévia elaborado pelo INE. A taxa de variação anual estimada da inflação subjacente (índice geral excluindo produtos alimentares e energéticos não transformados) é de 0,3%, menos um ponto em relação ao CPI geral.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, o índice dos preços das casas subiu em todo o país em janeiro, 1,0% em relação ao mês anterior, de acordo com o último levantamento do Housing Finance Agency. Os preços das casas subiram 12% de janeiro de 2020 a janeiro de 2021. A mudança de preço de 1,1% relatada anteriormente para dezembro de 2020 foi revisada para cima para 1,2%.

Nos Estados Unidos, o índice S&P CoreLogic Case-Shiller, cobrindo todas as nove divisões do censo, ficou com ganho anual de 11,2% em janeiro, ante 10,4% no mês anterior. O índice Composto para 10 Cidade o aumento situou-se em 10,9%, ante 9,9% no mês anterior. O índice Composto para 20 Cidade registrou um ganho de 11,1% ano-a-ano, ante 10,2% no mês anterior.

Nos Estados Unidos, o índice Conference Board Consumer Confidence subiu em março para sua maior leitura em um ano, depois de um aumento modesto em fevereiro. O Índice agora está em 109,7, acima dos 90,4 em fevereiro.

O Índice da Situação Atual – com base na avaliação dos consumidores sobre as condições atuais do mercado de trabalho e negócios – subiu de 89,6 para 110,0.

O Índice de Expectativas – com base nas perspectivas de curto prazo dos consumidores para renda, negócios e condições do mercado de trabalho – também melhorou, de 90,9 no mês passado para 109,6 em março.

Nos Estados Unidos estão programadas apresentações de membros do Federal Reserve.

BRASIL

No Brasil, os preços da indústria subiram 5,22% em fevereiro frente a janeiro, a maior alta da série histórica do Índice de Preços ao Produtor (IPP), iniciada em 2014. O desempenho do índice em fevereiro é o segundo recorde consecutivo, após a revisão de 3,36% para 3,55% do resultado de janeiro. Com isso, o IPP acumula altas recordes de 8,95%, no ano, e de 28,58% nos últimos 12 meses.

O resultado, divulgado hoje (30) pelo IBGE, reflete, principalmente, a elevação de preços das indústrias extrativas (27,91%), de refino de petróleo e produtos de álcool (12,12%), de outros produtos químicos (9,69%) e de metalurgia (8,35%). Estes são os mesmos setores que exerceram as maiores influências no resultado agregado: indústrias extrativas (1,66 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (1,04 p.p.), outros produtos químicos (0,79 p.p.) e metalurgia (0,56 p.p.).

No Brasil, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 2,94% em março. Com este resultado o índice acumula alta de 8,26% no ano e de 31,10% em 12 meses. Em março de 2020, o índice havia subido 1,24% e acumulava alta de 6,81% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 3,56% em março, ante 3,28% em fevereiro. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais subiu 2,50% em março. No mês anterior, o índice havia registrado taxa de 1,25%. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de -0,86% para 0,72%, no mesmo período. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 1,28% em março, ante 0,75% no mês anterior.

A taxa do grupo Bens Intermediários passou de 4,67% em fevereiro para 6,33% em março. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cujo percentual passou de 6,77% para 18,33%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, subiu 4,65% em março, contra 4,38% em fevereiro.

No Brasil, o Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas recuou 4,7 pontos em março, para 123,5 pontos. Com a queda adicional, o IIE-BR está distante de seu pico histórico, de 210,5 pontos, mas ainda 8,4 pontos acima do nível de fevereiro de 2020, último mês antes da chegada da pandemia de covid-19 ao Brasil.

*Tradução ID de relatórios

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?