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INDICADORES: Resumo Econômico para terça-feira

Data de criação:

access_time 05/05/2020 - 12:29

Data de atualização:

access_time 05/05/2020 - 12:43
format_align_left 7 minutos de leitura

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Acompanhe o resumo da agenda econômica desta segunda- feira (05/05) e que está direcionando o mercado global. O destaque fica para a Produção Industrial do Brasil.

ÁSIA

Na Austrália, em sua reunião de hoje, o Conselho da Banco Reserve decidiu manter as configurações atuais da política, incluindo as metas para a taxa de caixa e o rendimento dos títulos do governo australiano de 25 anos, com 0,25 pontos base. A economia global está passando por uma forte crise, à medida que os países buscam conter o coronavírus. Muitas pessoas perderam o emprego e um aumento acentuado no desemprego está ocorrendo. Ao mesmo tempo, as medidas de contenção reduziram as taxas de infecção em vários países.

EUROPA

Na Zona do Euro, em março de 2020, o mês em que as medidas de contenção COVID-19 começaram a ser amplamente introduzidas pelos Estados-Membros, os preços do produtor industrial caíram 1,5% na Zona do Euro e 1,4% na União Europeia, em comparação com fevereiro de 2020, segundo estimativas do Eurostat, o escritório de estatística da União Europeia. Em fevereiro de 2020, os preços diminuíram 0,7% na EA19 e na UE27. Em março de 2020, em comparação com março de 2019, os preços ao produtor industrial diminuíram 2,8% EA19 e 2,5% na UE27.

Na Espanha, o número de desempregados registrados nos escritórios do Serviço Público de Emprego do Estado (SEPE) aumentou em 282.891 no mês de abril em relação ao mês anterior. O número total de candidatos ao emprego chega a 3.831.203 pessoas, o que representa um aumento de 7,97% em relação a março. O efeito da pandemia da COVID-19 começou a ter um impacto notável no desemprego registrado em 13 de março, com intensidade especial na Páscoa. Nas últimas semanas de abril, o desemprego ficou moderado na taxa de crescimento.

No Reino Unido, os dados de abril indicaram uma redução na atividade do setor de serviços em uma escala sem precedentes desde o início da pesquisa em julho de 1996, refletindo medidas emergenciais de saúde pública para conter a pandemia de coronavírus 2019. O índice, com ajuste sazonal, do IHS Markit /CIPS – PMI registrou 13,4 em abril, uma queda acentuada de 34,5 em março, para sinalizar um rápido declínio na produção do setor de serviços. A leitura anterior do ‘flash’ de abril foi de 12,3. No comparativo, a maior queda foi registrada em 40,1 em novembro de 2008.

CANADÁ

No Canadá, em março, apesar das fronteiras permanecerem abertas para mercadorias, tanto as importações quanto as exportações diminuíram notavelmente, à medida que o impacto das medidas para conter a expansão do COVID-19 no país se tornou evidente. Com um mês inteiro de políticas de distanciamento físico em vigor em abril, os valores do comércio de mercadorias deverão diminuir mais severamente no próximo mês. As exportações de mercadorias do Canadá caíram 4,7%, para US $ 46,3 bilhões em março, o nível mais baixo desde janeiro de 2018. As importações totais caíram 3,5% para US $ 47,7 bilhões, um nível não observado desde outubro de 2017. As exportações e importações caíram quase 10% em relação ao ano anterior.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, o Census Bureau e o Departamento de Análises Econômicas anunciaram que o déficit de bens e serviços foi de US $ 44,4 bilhões em março, alta de US $ 4,6 bilhões em relação a US $ 39,8 bilhões em fevereiro, revisado. As exportações de março foram de US $ 187,7 bilhões, US $ 20,0 bilhões a menos do que as exportações de fevereiro. As importações de março foram de US $ 232,2 bilhões, US $ 15,4 bilhões a menos do que as importações de fevereiro.

O aumento de março no déficit de bens e serviços refletiu em US $ 4,6 bilhões para US $ 65,6 bilhões e uma diminuição no excedente de serviços de US $ 0,1 bilhão para US $ 21,2 bilhões.

Nos Estados Unidos, o índice PMI de Serviços da IHS Markit final, ajustado sazonalmente, ficou em 26,7 em abril, abaixo dos 39,8 em março e um pouco menor do que o publicado anteriormente no ‘flash’ de 27,0. Esforços para aderir ao distanciamento social e medidas para ficar em casa resultaram em muitas empresas de serviços lutando para permanecer aberto, com a demanda do cliente caindo também significativamente.

Nos Estados Unidos, o relatório pelo Institute for Supply Management – ISM registrou 41,8%, 10,7 pontos percentuais abaixo do 52,5% em março, leitura que representa contração no setor não-manufatureiro e é a mais baixa da leitura desde março de 2009 (40,1%). O Índice de Atividade de Negócios caiu 22 p.p em relação ao número de março, registrando 26% – a menor leitura para esse índice desde o lançamento do ISM em 1997. O Índice de Novas Ordens registrou 32,9%, 20 p.p abaixo da leitura de 52,9% em março. O Índice de Emprego caiu para 30%, 17 p.p abaixo da leitura de 47% em março.

Nos Estados Unidos, o Índice de Otimismo Econômico do IBD / TIPP, uma das principais pesquisas nacionais sobre confiança do consumidor, aumentou 4,0% em maio, depois de cair 11,3% em abril e 9,9% em março. No entanto, permanece em território negativo pelo segundo mês consecutivo, com uma leitura de 49,7. Para os índices IBD / TIPP, uma leitura abaixo de 50,0 indica pessimismo.

O Índice de Otimismo Econômico do IBD / TIPP estabeleceu um forte histórico de prenúncio dos indicadores de confiança emitidos no final de cada mês pela Universidade de Michigan e pelo The Conference Board.

BRASIL

No Brasil, a produção industrial caiu 9,1% em março, frente a fevereiro, o pior resultado para o mês de março desde 2002. Em relação ao mesmo período de 2019, a queda foi menos intensa, de 3,8%, mas o quinto resultado negativo seguido nessa comparação. Assim, o setor industrial acumula -1,7% no ano e -1% em 12 meses, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada hoje pelo IBGE.

A redução de 9,1% observada na passagem de fevereiro para março foi também a mais acentuada desde maio de 2018 (-11%) e levou o patamar de produção a retornar a nível próximo ao de agosto de 2003.

No Brasil, a inadimplência das empresas em todo o país subiu 0,5% no 1º trimestre contra o trimestre anterior, expurgados os efeitos sazonais, de acordo com dados nacionais coletados pela Boa Vista. O indicador é um somatório dos principais mecanismos de apontamento de inadimplência empresarial, isto é, cheques devolvidos, títulos protestados e registros de débitos realizados na base do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).

Na comparação acumulada em quatro trimestres, o indicador apontou desaceleração em seu ritmo de queda, passando de uma variação de -10,6% no 4T19 para uma de -8,3% no trimestre encerrado em março. Já na análise interanual, nos três primeiros meses de 2020 a variação foi de apenas -0,1% frente ao mesmo período do ano passado.

Tradução ID com relatórios oficiais

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