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Ações na Bolsa e FII batem recordes em 2020, segundo CVM

Data de criação:

access_time 02/02/2021 - 12:15

Data de atualização:

access_time 02/02/2021 - 12:17
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Ações na bolsa e Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) bateram recordes em 2020 em relação aos últimos 5 anos, em linha com o crescimento de CPFs na bolsa e maior participação de investidores de varejo.

Esses são dados do primeiro Boletim de Mercado da CVM de 2021, que consolida a evolução do mercado de capitais ao longo de 2020, divulgado no final de janeiro.

As ações somaram R$ 166.1 bilhões em emissões em 2020, frente a R$ 132.4 bilhões do ano anterior.

A quantidade de IPOs também foi recorde, somando 27 no ano, quantidade maior que o acumulado dos últimos 5 anos anteriores.

Para os mesmos produtos, o mesmo pode ser dito com relação ao volume de negociação em mercado secundário: para ações (lote padrão) o volume médio diário foi 68% maior em 2020 do que em 2019. Já para os FII, o crescimento foi de 67%.

Emissões de valores mobiliários

O valor total das emissões de valores mobiliários sob a regulação da CVM em 2020 foi de R$ 426,6 bilhões.

“Apesar da queda de 7,8% em relação a 2019, ainda assim, esse montante supera em muito as emissões anuais entre 2014 e 2018, um importante indicativo de que o mercado de capitais ganha um espaço sustentável dentro de um cenário de juros historicamente baixo”., afirmou Bruno Luna, chefe da Assessoria de Análise Econômica e de Gestão de Riscos da CVM (ASA/CVM).

Mercado de dívida

O crescimento do mercado de dívida (CRI, CRA, FIDC, Debêntures e Notas Promissórias), que é um indicador estratégico para a Autarquia, foi o mais afetado pela pandemia. Foram R$ 211,9 bilhões em emissões em 2020, uma queda de quase 30% em relação a 2019, quando as emissões somaram R$ 296 bilhões e bateram o recorde do setor. O principal responsável pela queda observado foram as emissões de debêntures, responsável por R$ 121,7 bilhões em 2020 (em 2019 foram R$ 185,7 bilhões). De acordo com a ASA/CVM, a desaceleração desse mercado, em um ano de forte retração econômica, já era esperada.

O mercado de dívida vem recebendo atenção especial na Agenda Regulatória da CVM, tais como as novas regras para os FIDCs (Audiência Pública SDM 08/20), as companhias securitizadoras (Audiência Pública SDM 05/20) e o novo regime de ofertas públicas, que consta na Agenda 2021.

Entidades reguladas

O número de regulados pela CVM saltou para 61.776 participantes/entidades, um crescimento de 12,4% em relação a 2019, número esse puxado especialmente pelos fundos de investimento (22.295, crescimento de 14,7% em relação a 2019) e os agentes autônomos de investimento (13.881, crescimento de 28,5%).

Além desses destaques, um dos marcos de 2020 foi a presença de mais de uma entidade administradora de mercado organizado pela primeira vez desde a fusão BM&FBovespa/Cetip.

Boletim de Risco

Além do Boletim de Mercado, a CVM divulgou hoje o Boletim de Risco. Também produzida pela ASA, a publicação apresenta os indicadores de risco dos mercados de capitais de economias avançadas e emergentes, especialmente no Brasil. Há também a versão traduzida do boletim, disponível no Portal CVM em inglês.

 

(Com informações da CVM)

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