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Quando devo iniciar e qual a idade mínima para investir em previdência?

Data de criação:

access_time 23/02/2021 - 15:19

Data de atualização:

access_time 23/02/2021 - 18:19
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Afinal, qual é a idade mínima para investir em previdência privada? Essa é uma pergunta que muitos jovens – assim como seus responsáveis – fazem para si. Essa dúvida é muito válida, já que afeta um aspecto crucial da vida de qualquer pessoa: a aposentadoria.

Adotar esse tipo de investimento garante que o futuro seja mais tranquilo e seguro, evitando depender exclusivamente do Governo Federal e da sua previdência social, administrada pelo famoso e polêmico INSS.

Preparamos um artigo completo para responder a essa pergunta. Portanto, acompanhe esta leitura até o final e descubra se esse é o momento ideal para começar a pensar nesse processo.

 

Como funciona a previdência para menores?

Não existe idade mínima para começar a investir em previdência. O ideal é que os pais comecem a se preocupar com aposentadoria dos filhos o mais cedo possível. Por isso, é importante que, para que o plano seja vinculado diretamente à criança, ela tenha um CPF válido.

Outra forma de garantir os benefícios da previdência para a criança é quando o responsável faz o plano de previdência e a inclui como beneficiária.

 

Quando começar a investir em Previdência Privada?

Como já mencionamos, o ideal é que você comece a investir em previdência privada o quanto antes, mesmo se não tem filhos ou não pretende ter. De todo modo, sempre haverá um plano adequado ao seu perfil, necessidades e objetivos, independentemente da fase da vida.

 

Quais são as taxas e tributos cobrados na Previdência Privada?

Os planos de previdência privada são compostos por um fundo, onde são injetados os aportes do investidor. Esse fundo é gerenciado por profissionais do mercado financeiro, que são remunerados por meio da taxa de administração, que é expressa ao ano, mas calculada diariamente, tendo como base todo o patrimônio do fundo. A dedução, no entanto, ocorre mensalmente e serve também para arcar com os custos administrativos do fundo.

Outra taxa que pode incidir sobre o fundo de previdência é a taxa de carregamento, que é cobrada somente sobre o valor aplicado – nunca sobre o rendimento –, podendo ocorrer tanto quando ocorrem aportes, como também quando ocorre uma saída, seja por meio de um resgate, seja por uma portabilidade.

Entretanto, vale ressaltar que essa taxa não é obrigatória e nem sempre é cobrada, o que pode variar de acordo com a instituição onde você investe.

Além disso, também é importante entender que existe a cobrança de Imposto de Renda na previdência privada. A incidência desse tributo pode variar bastante, de acordo com o regime de tributação escolhido. Discorreremos mais sobre isso em outro tópico deste artigo.

 

Quais são as características da previdência privada?

A previdência privada é uma modalidade de investimento que tem duas fases. A primeira é denominada de acumulação de capital. Como o próprio nome sugere, esse é o período em que ocorrerão os aportes de capital, na periodicidade de preferência do titular do plano – ou responsável financeiro, no caso da previdência para um menor de idade – acrescido à rentabilidade obtida no período.

A outra fase é denominada de usufruto. Ela acontece quando os valores acumulados começam a ser retirados pelo beneficiário. Essa retirada também pode ser feita de duas formas: é possível criar uma renda mensal por um período determinado ou de forma vitalícia, ou ainda por meio do resgate total.

Além disso, também é importante conhecer os tipos de planos de previdência privada existentes. São eles:

  • Plano Gerador de Benefícios Livre (PGBL);
  • Vida Gerador de Benefícios Livre (VGBL);

Ambos possuem algumas particularidades interessantes, mas a mais marcante está relacionada ao benefício fiscal. Discutiremos melhor sobre isso no próximo tópico. Confira!

 

Quais são os fatores a levar em consideração antes da contratação?

Sem dúvidas, um dos principais fatores que devem ser levados em consideração na hora de escolher um plano de previdência privada é o fato de que cada um tem a sua forma de benefício fiscal, como mencionado anteriormente.

No caso do PGBL, você pode deduzir, em sua declaração de imposto de renda anual, todos os depósitos realizados nesse investimento no decorrer do ano, desde que não ultrapasse 12% da renda bruta anual tributável (o que inclui salários, aluguéis, pensões e outros).

Por esse motivo, essa modalidade é a mais indicada para quem faz a declaração completa do seu Imposto de Renda. Vale lembrar que, para que esse benefício seja possibilitado, o investidor deve ser contribuinte assíduo do INSS.

Além disso é importante ressaltar que a tributação de Imposto de Renda que incide no momento do resgate de um PGBL será sempre sobre o rendimento mais o valor principal, ou seja, sobre o valor total resgatado.

Apesar do VGBL não ter esse benefício, ele também apresenta uma vantagem interessante relacionada ao IR. Quando tributado, o que no caso acontece no momento do resgate, assim como na modalidade anterior, a incidência da alíquota devida ocorre apenas sobre a rentabilidade — e não em todo o capital aplicado.

 

Quais são os benefícios de investir na previdência privada?

Investir em planos de previdência privada é uma excelente alternativa para os pais que querem proporcionar mais segurança financeira para os filhos no futuro.

Outra vantagem que essa modalidade de investimento proporciona diz respeito à rentabilidade. Na maioria dos casos, ela é superior à poupança ou a alguns ativos de renda fixa, especialmente em períodos em que a taxa de juros está baixa, isso porque há diversos fundos de previdência, dos mais variados tipos e níveis de risco.

Além disso, o plano de previdência privada permite que o responsável financeiro pelos aportes, crie um certo nível de compromisso relacionado à frequência das aplicações, devido à possibilidade de se fazer aportes periódicos no mesmo título.

Essa é uma excelente forma de programar as contribuições mensais, visando um objetivo importante para o futuro de seu filho, como um intercâmbio ou faculdade, por exemplo.

Além disso, essa atitude pode ajudar a despertar nos pequenos o interesse pelo mercado financeiro, o que também pode motivar você a incentivá-los a obter mais conhecimento sobre os investimentos, contribuindo para a sua educação financeira.

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