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Covid-19: EUA ultrapassam pela primeira vez 4 mil mortes em 24 horas

Data de criação:

access_time 08/01/2021 - 10:16

Data de atualização:

access_time 08/01/2021 - 10:17
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Os Estados Unidos ultrapassaram pela primeira vez as quatro mil mortes em 24 horas devido ao novo coronavírus, segundo fontes oficiais, enquanto especialistas do país alertam que a pandemia vai piorar este mês.

O país registrou ontem (7) o recorde de 4.033 mortes atribuídas à covid-19, segundo dados do Covid Tracking Project (Projeto de Rastreamento Covid).

Segundo dados oficiais, o número total de mortes pela pandemia já chega aos 365.400 no país, o mais afetado pela covid-19, com mais de 21,5 milhões de pessoas infectadas entre os 88 milhões de casos positivos registrados em todo o mundo.

Anthony Fauci, o principal especialista em doenças infecciosas, que será o conselheiro do presidente eleito Joe Biden, observou que o número diário de mortes continuará a aumentar nas próximas semanas e recomendou paciência com o programa de vacinação que está sendo preparado para todo o país, segundo a mídia local.

Em entrevista a uma rádio norte-americana, Fauci disse que o alto número de óbitos provavelmente continuará e é um reflexo do aumento de viagens e reuniões durante os feriados mais recentes.

“Acreditamos que as coisas vão piorar à medida que entrarmos em janeiro”, disse, sublinhando que ainda é possível “reduzir essa aceleração” com a adesão estrita a medidas de saúde pública, como distanciamento social e uso de máscaras.

De acordo com o jornal The New York Times, até agora pelo menos 5,9 milhões de pessoas nos Estados Unidos receberam uma dose de uma das duas vacinas contra a covid-19 que foram aprovadas, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

Esse número está bem abaixo da meta estabelecida pelas autoridades federais, que planejam vacinar pelo menos 20 milhões de pessoas antes do fim de dezembro.

Impactos do coronavírus na economia

Em seu estudo mais recente, o Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou que qualquer recuperação econômica dessa crise que já foi mais profunda que a de 2008 dependerá da resolução da crise sanitária.

O estudo, que leva o título World Economic Outlook, mostra que o confinamento – estratégia usada por alguns governos para reduzir o contágio de covid-19, embora tenha conseguido cumprir seu objetivo, contribuiu consideravelmente para a recessão, afetando, principalmente, grupos vulneráveis, como as mulheres e os jovens.

A análise conclui que é possível encontrar um equilíbrio entre proteger a saúde pública e evitar um declínio econômico prolongado e avalia que o confinamento, apesar de impor custos de curto prazo, pode levar a uma recuperação econômica mais rápida, já que reduz o contágio e, portanto, a extensão do distanciamento social voluntário.

Com a chegada da vacina e à medida que a pandemia evolui e mais dados se tornam disponíveis, novas avaliações conseguirão analisar os efeitos de médio e longo prazo do coronavírus na economia.

(Com informações da Agência Brasil)

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