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FECHAMENTO: Federal Reserve no radar global

Data de criação:

access_time 27/04/2021 - 19:10

Data de atualização:

access_time 27/04/2021 - 19:10
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Os investidores dos principais mercados acionários mantiveram a aversão ao risco nesta terça-feira (27/04). Novamente com a agenda fraca, o radar já estava no final da reunião do Comitê de Mercado Aberto – Fomc, na sigla em inglês, do Federal Reserve.

Hoje, conforme esperado, os índices de Wall Street, da Europa e da Ásia recuaram. Os investidores analisaram os lucros financeiros das grandes empresas, enquanto esperam pelo banco central do Estados Unidos. A fala do presidente do Fed, Jerome Powell, é sempre muito aguardada ao final da reunião.

No Japão, o Banco Central – BoJ manteve a política monetária inalterada, conforme precificado. O país segue lutando contra o avanço da pandemia de coronavírus. Neste momento, os índices futuros operam no vermelho.

Por aqui, o Ibovespa “queimou um pouco da gordura” e caiu 1%. Além do ambiente externo, o quadro político e a “dança das cadeiras” no Ministério da Economia azedaram o humor do investidor local. A temporada de balanços financeiros começou animada. Os resultados da Vale surpreenderam.

Já o dólar comercial ensaiou uma pressão sobre o real.

Coronavírus:

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 148.179.749 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 3.126.052 mortes e 85.866.698 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 32.161.109 casos confirmados, com 573.274 mortes. A plataforma não fornece resultado geral de pessoas recuperadas.

Na Índia, que ocupa o 2º lugar no ranking da plataforma, os casos confirmados chegam a 17.636.307, com 197.894 mortos e com 14.556.209 pessoas recuperadas.

O Brasil voltou para o 3º lugar no ranking pela plataforma do Johns Hopkins. São 14.369.423 casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 391.936. São 12.786.662 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 18h44 desta terça-feira (27/04) pelo horário de Brasília.

Mercados de Ações Globais

Ásia: o Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou estável aos 28.941. O Xangai, China, ficou estável aos 3.442. O Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,46% aos 28.991. O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em alta de 1,15% aos 48.944. O XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,17% aos 7.033. O Kospi, bolsa de Seul, ficou em queda de 0,07% aos 3.215. O FTSE Straits, bolsa de Singapura, ficou em alta de 0,30% aos 3.214.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 fechou estável aos 439.85 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 0,26% aos 6.944; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 0,31% aos 15.249; o CAC 40 (Paris) ficou estável aos 6.273; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,17% aos 24.473; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 0,63% aos 8.756; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,16% a 5.012.

Estados Unidos: o Dow Jones ficou estável aos 33.984. O S&P ficou estável aos 4.186. O Nasdaq caiu 0,34% aos 14.090.

Brasil: o Ibovespa fechou em queda de 1,00% aos 119.388 pontos. O volume financeiro ficou em R$30,47 bilhões.

Moedas: o dólar comercial ficou em alta de 0,23% aos R$5,461 para a venda. O turismo ficou estável aos R$5,620 para a venda.

O euro ficou em alta de 0,23% aos R$6,602 para a venda. A libra subiu 0,42% aos R$7,594 para a venda. O peso argentino subiu 0,16% aos R$0,059 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em alta de 0,10% a 90,89.

O euro ficou estável a US$ 1.2086 e a libra esterlina ficou estável a US$1.3903.

O preço do ouro caiu 0,23% a US$ 1.776,00 a onça.

O Bitcoin subiu 1,86% a US$54,920,41.

Commodities
O petróleo referência Brent ficou em alta de 0,20% a US$66,00 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 1,78% aos US$63,01 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao ficou em alta de 0,89% a US$195,31 a tonelada seca.

*Por Ivonéte Dainese

 

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