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modalmais listará BDRs para o varejo e mais produtos de grandes bancos na plataforma

Data de criação:

access_time 21/08/2020 - 09:44

Data de atualização:

access_time 25/11/2020 - 23:26
format_align_left 2 minutos de leitura

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São Paulo, 20/08/2020 – O banco digital modalmais promete listar os recibos de depósitos de valores mobiliários estrangeiros listados no Brasil (BDRs) para o varejo tão logo a regulamentação da B3 esteja pronta para atender a resolução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que passa a vigorar em 1° de setembro próximo. Além disso, o modalmais também passa a listar mais produtos de grandes bancos brasileiros para o público de varejo tradicional e de alta renda.

 

“Fomos pioneiros nessa estratégia, começamos com uma parceria com o Itaú para listagem de dois fundos, depois incluímos o Bradesco com 11 produtos, e agora, temos a chegada do Safra. A plataforma não para de crescer e alcançamos 1,07 milhão de investidores, e estamos conversando com outro grande banco brasileiro para 4 novos produtos ainda este ano”, diz o sócio e diretor do banco digital do modalmais, Ronaldo Guimarães, em entrevista ao Broadcast, sem identificar o nome da próxima instituição parceira.

 

Sobre o mercado de BDRs, Guimarães aponta que os recibos de empresas estrangeiras terão “grande aceitação” no varejo. “Era um segmento que já estava crescendo entre os investidores qualificados, e só tende a aumentar ainda mais no varejo. O regulador (a CVM) finalmente atendeu essa demanda do mercado. A pessoa física conseguirá aportar recursos em grandes empresas globais como Google e Amazon, e com tíquete baixo”, diz.

 

Ele conta que a Safra Asset está trazendo três fundos: Galileo, Arquimedes e Maxweel Macro, antes só destinados para o público de altíssima renda para a listagem no varejo, e com tíquete de entrada menores que no próprio Banco Safra. “No banco, o aporte de entrada é maior”, compara.

 

Guimarães também revela que dois dos 11 produtos do Bradesco possuem taxas de administração menores e tíquetes baixos. “Faz parte do nosso compromisso conjunto para democratizar o acesso para investidores do varejo”, afirma.

 

Questionado sobre novas tendências, Guimarães respondeu que além dos BDRs, os fundos de investimento no exterior (IE) estão atendendo a demanda de diversificação do brasileiro diante de um ambiente de juros mais baixos. “Acredito até que os juros vão voltar a subir um pouco em meados de 2021, mas o patamar atual incentiva para a diversificação internacional. Quem colocou dinheiro lá fora foi duplamente beneficiado pela alta do dólar e pela valorização dos ativos globais”, argumenta. Na plataforma, ele citou 3 fundos do JPMorgan que tiveram muita captação e interesse por investidores qualificados. “De empresas globais, e de global bonds”, menciona.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo | Coluna Broadcast – 20/08/2020

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