Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

Conteúdo por:

China impulsiona mercados

Data de criação:

access_time 15/09/2020 - 09:37

Data de atualização:

access_time 25/11/2020 - 17:42
format_align_left 3 minutos de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

Ontem os mercados dos EUA e também a Bovespa tiveram dia positivo, recuperando perdas recentes. Aqui a Bovespa encerrou com alta de 1,94%, com o índice voltando para a casa de 100.000 pontos (em 100.274 pontos), e dólar fechando em queda de 1,18% e moeda americana cotada a R$ 5,277. O Dow Jones observou alta de 1,18% e Nasdaq subindo 1,87%.

Hoje mercados da Ásia encerraram o dia com valorizações em função de dados divulgados na China; Europa operando no campo positivo neste início de manhã e futuros do mercado americano mantendo alta de ontem. Aqui teríamos que buscar minimamente o patamar de 102.000 pontos do Ibovespa para tentar apontar com consistência para a faixa de 104.000 pontos para reiniciar recuperação.

Durante a noite, na China, tivemos a divulgação de dados de conjuntura positiva, com a produção industrial de agosto anualizada crescendo 5,5%, quando a previsão era +5,2% e dados anualizados de julho em +4,8%. Já as vendas no varejo anualizadas de agosto expandiram 0,5%, contra previsão de +0,1% e bem melhores do que a queda anualizada de julho de 1,1%. Já os investimentos em ativos fixos ainda mostram contração nos oito meses de 2020 de 0,3%, mas bem menor que os 1,6% negativos até julho. As vendas de imóveis é que saltaram 4,1% nos oito meses de 2020, contra expansão até julho de 0,4%.

O PBOC (BC chinês) também expandiu crédito de um ano em US$ 88 bilhões com taxa de 2,95%. Além disso, a China disse que pretende começar a vacinar a população contra o covid-19 já em novembro. Bons dados também para a Alemanha. O índice Zew de expectativas econômicas expandiu para 77,4 pontos em setembro, vindo de 71,5 pontos no mês anterior.

A AIE (Agência Internacional de Energia) divulgou relatório aumentando a queda de demanda por petróleo para 8,4 milhões de barris de petróleo dia (anterior em queda de 8,1 milhões BPD) e a oferta crescendo em 1,1 milhão de BPD. Entre os membros da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), a taxa de desemprego encolheu para 7,7% (de 8,1%), mas ainda se mantém muito elevada.

No mercado internacional, o petróleo WTI tinha alta de 1,85%, com o barril cotado a US$ 37,95, muito em função da redução de produção no Golfo do México, devido ao furacão Sally que passa pela região. O euro era transacionado em alta para US$ 1,189 e notes americanos de 10 anos com taxa de juros de 0,67%. O ouro e a prata mostravam altas na Comex e commodities agrícolas também em alta na Bolsa de Chicago.

Aqui a área econômica pretende sugerir o congelamento do salário mínimo por dois anos e aposentadoria, para dar espaço para o programa Renda Brasil no orçamento, caso que evitaria extrapolar o teto de gastos. O governo também reconheceu emergência no Mato Grosso do Sul por incêndios florestais e o Copom inicia sua reunião sobre política monetária com decisão amanhã depois de pregão encerrado. O consenso é quase total de manutenção da Selic em 2,0%.

Na agenda do dia, teremos o índice de atividade industrial do FED de NY e a produção industrial americana de agosto, que podem mudar um pouco os mercados. Mesmo assim, a expectativa é de Bovespa em alta, dólar ainda fraco e juros em queda.

Bom dia e bons negócios.

Alvaro Bandeira
Economista-Chefe do banco digital modalmais

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?