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Índice de Menções Negativas de Bolsonaro atinge percentual mais alto desde 2019

Data de criação:

access_time 16/03/2021 - 20:57

Data de atualização:

access_time 16/03/2021 - 20:59
format_align_left 4 minutos de leitura

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O índice de menções negativas ao presidente Jair Bolsonaro atinge o mais alto percentual desde o começo do seu mandato (2019), aponta a pesquisa ModalMais/AP Exata divulgada nesta terça-feira (16/03). As justificativas apontam para o “caos” na saúde leva Estados a ignorar apelos anti-lockdown e a ampliar restrições. Um novo ministro não é visto como solução ao combate da pandemia. Os governistas intensificam a divulgação de tratamento precoce e, por fim, o valor do novo auxílio emergencial é considerado insuficiente diante os índices elevados de inflação.

Digital Approval

As reações POSITIVAS estavam em 27%, ante os 32% de ontem;

As reações NEGATIVAS estavam em 73%, ante os 68% de ontem.)

IMAGEM DO GOVERNO – ModalMais – AP Exata

Ruim e péssimo: 43,4% / média da semana em 43,4%. A média do mês em 44,0%;

Bom e ótimo: 31,2%/ média da semana em 31,1%. A média do mês em 32,0%; e

Regular: 25,4% /média da semana em 25,5%. A média do mês em 24,0%.

A condução da pandemia e a chegada do 4º ministro da Saúde em um ano afetam negativamente a imagem do presidente Jair Bolsonaro e fazem menções negativas baterem recorde:

A CONFIANÇA estava em 12%, ante os 12,7% de ontem;

O MEDO estava em 19,8%, antes os 19,9% de ontem;

A TRISTEZA estava em 19,1%, ante os 18,9% de ontem; e

A RAIVA estava em 15,6%, ante os 15,5% de ontem

HORUS MODALMAIS / AP EXATA

Hoje, o índice de menções negativas a Jair Bolsonaro no Twitter atingiu 73%. É o mais alto percentual desde o início do mandato. A condução da pandemia de coronavírus e a alta de preços têm corroído a imagem do presidente. A estabilidade em níveis tão negativos pode gerar o afastamento de forças políticas que circulam hoje em torno do Planalto.

O futuro ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, não tem sido visto nas redes como alguém que conseguirá corrigir os rumos do País no combate à Covid-19. É encarado como um nome que apenas seguirá os rumos traçados pelo seu antecessor, Eduardo Pazuello. O novo ministro vem sendo aplaudido apenas pela militância governista, que segue focada na defesa do tratamento precoce.

O presidente da Câmara Federal, o deputado Arthur Lira (DEM –AL) está sendo criticado por bolsonaristas, por supostamente ter indicado a médica Ludhmila Hajjar para a Saúde. O presidente da Câmara até o momento não se manifestou nas redes a respeito da indicação de Queiroga para o cargo. Analistas acreditam que o episódio pode ter estremecido as relações entre Lira e o Bolsonaro.

Apesar da falta de consenso em torno de um lockdown mais severo, Estados têm ampliado as restrições, pressionados pelo caos na saúde. O caso mais falado pelos internautas é o de Minas Gerais. Romeu Zema instaurou a fase roxa de restrições, surpreendendo oposição e governistas. Acostumado a ser elogiado pela militância bolsonarista, hoje Zema tem sido alvo de críticas.

A notícia de que a maioria dos beneficiários do novo auxílio emergencial irá receber apenas o mínimo de R$ 150 gerou uma série de queixas. Internautas fizeram contas ao que será possível comprar com o valor, chegando à conclusão de que será muito pouco, devido à inflação.

#TENDÊNCIAS NARRATIVAS

#TratamentoPRECOCESalvaVidas: Vários municípios pelo Brasil que usam o protocolo de ivermectina e cloroquina estão sendo usados como comprovação da eficácia do tratamento. Apenas governistas fazem esta defesa e pressionam o novo ministro para que faça declarações públicas nesse sentido.

#BolsonaroGenocida e #FelipeNetoNaCadeia: Opositores e governistas se digladiaram nas redes usando as hashtags e discutindo o mérito da denúncia contra Felipe Neto. Os casos de Oswaldo Eustáquio e Daniel Silveira foram invocados por governistas para defender decisão contra Felipe Neto.

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