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Pacote, vacinas e China

Data de criação:

access_time 19/10/2020 - 10:00

Data de atualização:

access_time 25/11/2020 - 17:07
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Na semana passada, a Bovespa ainda conseguiu encerrar o período em alta de 0,84% e índice em 98.309, enquanto o dólar valorizou 2,21%, cotado a R$ 5,646. Nos EUA, o Dow Jones fechou a semana praticamente estável com +0,07% e Nasdaq com +0,79%.

A nova semana vai começando com a Ásia em alta durante a madrugada, exceto a Bolsa de Xangai com -0,71%, Europa operando em boa alta nesse início de manhã depois de altas também na semana anterior e futuros do mercado americano também no campo positivo, mas um pouco afastado das máximas. Aqui, há espaço para nova alta que buscara ultrapassar o objetivo de 100 mil pontos, quando adquiriria maior consistência. Porém, a preocupação fiscal segura um pouco a reação.

Os motivos da alta na sessão de hoje podem ser encontrados na expectativa com pacote fiscal nos EUA, vacinas pesquisadas por laboratórios no mundo e ainda por dados anunciados na China durante a madrugada. No final de semana, a presidente da Câmara americana, Nancy Pelosi, disse que um pacote deveria ser fechado nas próximas 48 horas, depois de novo contato com o secretário do Tesouro, Mnuchin, para dar tempo de Trump sancionar antes das eleições de 3/11.

Já sobre vacina contra a covid-19, a Pfizer pediu emergencial para distribuir e começar a aplicação na população. Na China, tivemos aquela bateria de dados sendo apresentada para setembro, mostrando que o país segue em recuperação. O PIB do terceiro trimestre cresceu 4,9%,mas a expectativa era de expansão de 5,3%. Porém, a produção industrial expandiu mais forte em 6,9%, mais do que o previsto e em alta em relação ao comparativo de agosto. As vendas no varejo com alta de 3,3%, quando o previsto era somente 1,7% e vendas de moradias com alta no ano até setembro de 6,2% e investimento em ativos fixos urbanos de 0,8% no ano, depois de crescer 0,3% até agosto.

No Reino Unido, o governo está disposto a reescrever a lei de mercado interno para abrir espaço para acordo do Brexit. Na Europa, novas medidas de restrição de contato social foram anunciadas no final de semana, depois de recordes de contágio em diferentes países, com Angela Merkel pedindo novo fechamento, por exemplo. Isso leva a uma leitura de recuperação menos intensa e o BCE já disse dispor de ferramentas para serem utilizadas.

No mercado internacional, o petróleo WTI negociado em NY mostrava queda de 0,68%, com o barril cotado a US$ 40,40. O euro era transacionado em leve alta para US$ 1,175 e notes americanos de 10 anos com taxa de juros de 0,77%. O ouro e a prata tinham altas na Comex e commodities agrícolas com viés positivo na Bolsa de Chicago. Também temos a continuidade da safra de resultados do terceiro trimestre que mexe pontualmente com os mercados.

No Brasil, ruídos sobre a prorrogação do auxílio emergencial entre parlamentares, mas com o ministro Paulo Guedes e Rodrigo Maia negando. Paulo Guedes disse ser melhor manter o Bolsa Família que entrar numa aventura mal dimensionada. Também foi anunciado o IPC da Fipe da segunda quadrissemana de outubro com alta de 1,05%, contra anterior de +1,06%.

Na agenda do dia a nova pesquisa semanal Focus do Bacen, o saldo comercial da semana anterior e o monitor do PIB pela FGV. Nos EUA, discursos de dirigentes do FED, incluindo o presidente Jerome Powell. A expectativa para o dia é de Bovespa recuperando, dólar mais fraco e juros ainda pressionados.

Bom dia e bons negócios!

Alvaro Bandeira
Economista-Chefe do banco digital modalmais

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