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Pesquisa ModalMais e a popularidade de Jair Bolsonaro

Data de criação:

access_time 26/02/2021 - 21:15

Data de atualização:

access_time 26/02/2021 - 21:15
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Os analistas do ModalMais/AP Exata realizaram a pesquisa semanal com os internautas entre os dias 22 de fevereiro até sexta-feira (26). O objetivo era saber qual a opinião sobre os diversos temas que envolvem o Governo de Jair Bolsonaro.

Na semana……

A semana registrou uma tendência de queda na popularidade do Governo, com 37,2% de avaliação entre Ruim/Péssima, 34,9%, de Boa/Ótima e 27,9% de avaliação Regular.

Privatizações – Petrobras, Correios e Eletrobras……..

Sobre as mudanças na Petrobras e anúncios de redução de impostos, a narrativa mais presente nas redes de analistas políticos e econômicos foi que esses seriam atos populistas, visando evitar uma queda maior nos índices de aprovação do Governo. Muitos internautas comuns se mostraram otimistas com a possibilidade de queda no preço dos combustíveis e gás, o que chegou a elevar as menções positivas a Bolsonaro.

No entanto, esse feito foi rápido. Logo os internautas revelaram uma certa incredulidade e mostraram que querem ver a concretização da redução de preços, e não apenas promessas e expectativas.

Depois de sinalizar para a população, o PR tratou de acalmar o mercado e buscar reafirmar seu compromisso com pautas liberais, voltando a dar destaque à agenda de privatizações. A entrega ao Congresso dos projetos de venda da Eletrobras e Correios foi vista como simbólica. Mas sobrou desconfiança e não faltou quem afirmasse que essa agenda não deverá ser cumprida até o final do mandato. Ficou claro que o Governo terá que se esforçar mais para resgatar a boa relação que vinha mantendo com os liberais.

“Pec da impunidade”……….

A chamada PEC da Impunidade criou animosidade entre população e Congresso. Lira, que já vinha sendo criticado pelo aparente alinhamento ao Governo, foi considerado responsável pela adoção da pauta. A opinião geral é que parlamentares procuram acobertar seus crimes com nova legislação.

Curiosamente, bolsonaristas evitaram criticar a PEC. Alguns, inclusive, chegaram a defender a medida, alegando que se aprovada antes, a proposta impediria a prisão de Daniel Silveira. Mas, de forma geral, está clara a rejeição popular à questão, o que deve dificultar ou até impedir que seja aprovada.

A Oposição procurou associar Bolsonaro à PEC. O PR, em sua live semanal, alegou desconhecer o texto e disse que a proposta não beneficia sua família. Opositores o acusaram de hipocrisia, uma vez que Eduardo votou pela admissibilidade da votação. O senador foi também apontado como privilegiado por conseguir evitar, por decisão do STJ, que as provas no caso das rachadinhas fossem utilizadas no processo que o investiga. Houve críticas da direita e da esquerda ao filho do presidente.

Polaridade de sentimentos no PR……..

Apesar dos sinais de recuperação do início da semana, quando a interferência na Petrobras prometia baixa de preços de combustíveis, as menções negativas ao PR se mantiveram altas e pioraram ao longo da semana.

Vacinas e a segunda onda Covid-19 …..

Há um crescente alarde em torno do crescimento da segunda onda de contágio por Covid-19, potencializada por novas cepas. O aumento preocupante em todos os índices, sobretudo de ocupação de leitos, mesmo em hospitais privados, levou muitos internautas a voltarem a defender medidas de isolamento.

Mas o tema ainda divide opiniões, com muitas pessoas contrárias a qualquer medida restritiva. No entanto, pelo menos oito estados e muitos municípios estão fazendo algum tipo de toque de recolher ou lockdown. Hospitais reportam filas de ambulâncias esperando por um leito disponível. A cobrança de vacinas cresce diariamente e Pazuello é muitas vezes considerado incapaz para o cargo.

A contestação a Pazuello e Bolsonaro foi muito forte após polêmica do contrato não assinado com a Pfizer. A Anvisa aprovou o registro definitivo do imunizante e os internautas acreditam que não existe qualquer entrave a comprar a vacina, sob as mesmas condições que os restantes países.

Pec emergencial ……….

Falta de entendimento sobre a PEC deve adiar retorno do benefício

A votação da PEC Emergencial foi adiada para a próxima semana, mas a maioria dos internautas acredita que a retirada do fim dos pisos de saúde e educação é inevitável para aprovação e criticam essa solução. Analistas preveem que o fatiamento da proposta será visto como derrota de Guedes.

Governistas atacaram parlamentares de esquerda que obstruíram a votação da PEC, precisamente devido à condição de fim dos pisos. Para os internautas de direita, a esquerda está apenas atrapalhando a aprovação do auxílio de que o povo necessita, para prejudicar o Governo.

Há um claro entendimento que o Governo ainda não conseguiu arranjar uma boa solução para a volta do auxílio, o que pode acabar adiando ainda mais o retorno do benefício.

Metodologia

A AP Exata trabalha com uma tecnologia de análise de sentimentos, baseada em redes neurais artificiais, e no conceito de emoções da psicologia evolutiva.

No caso da pesquisa de popularidade do Governo, também é medida por A.I., mas com base na média das principais pesquisas brasileiras. As análises contemplam informações geolocalizadas, em 145 cidades de todos os estados brasileiros.

O trabalho AP Exata utiliza dados abertos, de perfis públicos. Dados de usuários não são armazenados em nossa base, conforme orienta a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

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