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A Selic teve sua primeira alta em anos. Qual é o impacto disso nos investimentos de renda fixa?

Data de criação:

access_time 22/03/2021 - 18:58

Data de atualização:

access_time 22/03/2021 - 18:58
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Depois de um ciclo de queda que durou seis anos, o Comitê de Política Monetária (COPOM), do Banco Central, decidiu aumentar a meta da taxa Selic em 0,75% na última quarta-feira (17).

Essa foi a primeira vez em que Selic subiu desde julho de 2015, quando tinha sido elevada de 13,75% para 14,25% ao ano. A taxa permaneceu nesse nível até outubro de 2016, quanto o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018. Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Esse foi o menor nível da série histórica iniciada em 1986.

A Selic é a taxa básica de juros da economia e o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação.

Qual é o impacto da Selic nos investimentos de renda fixa?

Como a Selic é a taxa básica de juros da economia, seu aumento tem uma consequência direta em diversas outras taxas de juros: desde as taxas de empréstimos até financiamentos e cartão de crédito.

Enquanto, por um lado, isso “encarece o crédito”, desestimulando o consumo, por outro o aumento da Selic aumenta também o rendimento oferecido por investimentos de renda fixa atrelados à própria Selic, como é o caso do Tesouro Selic, ou ao CDI, já que essa taxa acompanha a Selic.

Com isso, todos os investimentos de renda fixa pós-fixados atrelados ao CDI, passam a render mais.

 

(Com informações da Agência Brasil)

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