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Ativa divulga melhores Fundos Imobiliários para Junho

Data de criação:

access_time 02/06/2020 - 12:37

Data de atualização:

access_time 04/12/2020 - 11:05
format_align_left 5 minutos de leitura

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Os analistas da Ativa Investimentos apresentaram a Carteira de Fundos Imobiliários para o mês de junho. No relatório, foram feitas abordagens sobre o “novo momento”, com grande parte das empresas mantendo os colaboradores em home office ante a pandemia de coronavírus. A medida desperta dúvidas sobre como as empresas estão avaliando os resultados do trabalho remoto, sendo que muitas já consideram manter parte dos colaboradores em home office, e como ficam os investimentos em Fundos Imobiliários.

“No mercado de Fundos Imobiliários, observamos alguns setores com uma retomada mais rápida, como o logístico e outros mais lentamente, como lajes corporativas. A flexibilização das restrições como medidas de prevenção do coronavírus possibilitam melhores perspectivas para o mercado e continuamos acreditando em um bom desempenho nos próximos meses e no longo prazo. Além disso, o momento é oportuno para aquisições em diversos ativos com preços abaixo das cotas patrimoniais, proporcionando ótimos níveis de dividendos.

Home Office vai acabar com os escritórios?

Para adiantar e não criar pânico, a nossa resposta é: Não! Durante a quarentena, o sistema demonstrou ser muito eficiente e para algumas pessoas melhor que presencialmente no escritório. Devido à internet, atualmente temos acesso a uma infraestrutura que antes não era utilizada, permitindo acesso remoto, comunicação por vídeo, assinaturas eletrônicas, mensagens instantâneas, entre outros.

Pela primeira vez esses meios foram explorados integralmente e o implemento, obviamente, divide opiniões. Os benefícios são muitos, como: flexibilidade no horário; redução do estresse com locomoção até o escritório; diminuição nos custos de aluguel, refeição, transporte, entre outros.

Na nossa opinião, embora o home office seja uma tendência que deve estar cada vez mais presente nos próximos anos, acreditamos que os escritórios não perderam seu valor, apenas passam a ser vistos de outra forma. O entendimento tem como base opiniões de especialistas em mercado imobiliário e exemplos de empresas com nível altíssimo de infraestrutura tecnológica (o que tornaria o trabalho remoto mais fácil de ser empregado). No Vale do Silício, por exemplo, onde estão os escritórios das principais empresas de inovação e tecnologia, o home office já era presente e os escritórios passaram a ter outra função.

Entendemos que os escritórios passarão por uma reestruturação e adaptação mais inteligentes do ambiente de trabalho, diferentes do atual. Obviamente que as mudanças não são possíveis em alguns setores e não há maneira de substituir o face to face e a conversa de cafézinho; essa relação faz muita falta em tempos de home office. Acreditamos que os escritórios ainda têm sua importância e os imóveis bem localizados, adaptáveis, modernos, com boa infraestrutura continuarão sendo demandados. No mercado imobiliário temos que encontrar essas opções que se traduzem em excelentes investimentos”, explicam.

Maio e o retorno

A Ativa fechou o mês de maio com uma rentabilidade de +5,0% contra +2,1% do IFIX e +0,24% do CDI. No acumulado do ano, a Carteira Ativa FII apresenta um retorno de -13,2%, contra -16,9% do IFIX e +1,5% do CDI.

Carteira de Fundos para Junho

Rio Bravo Renda Educacional (RBED11) – R$ 154,00 peso de 15% e DY 12m de 7,5%;

VBI CRI * (CVBI11) – R$ 87,51 peso de 10% e DY 12 m de 8,8%;

Hedge TOP FOFII 3 (HFOF11) – R$ 109,98 peso de 5% e DY12m de 8,9%;

BTG Pactual Logística (BTLG11) – R$ 102,60 peso de 10% e DY12m de 5,6%;

CSHG Renda Urbana (HGRU11) – R$ 115,97 peso de 10% e DY 12m de 7,1%;

CSHG Real Estate (HGRE11) – R$ 144,49 peso de 4% e DY 12m de 6,1%;

TG Ativo Real (TGAR11) – R$ 115,60 peso de 10% e DY 12m de 9,5%;

REAG Renda Imobiliária (DOMC11) – R$ 525,00 peso de 4% e DY 12m de 0,0%;

JS Real Estate Multigestão (JSRE11) – R$ 98,00 peso de 8% e DY 12m de 6,3%;

UBS BR Recebíveis (UBSR11) – R$ 99,69 peso de 5% e DY 12m de 9,5%;

V2 Properties * (VVPR11) –  R$ 100,98 peso de 8% e DY 12m de 7,9%;

BTG Pactual FOF (BCFF11) – R$ 84,09 peso de 5% e DY 12m de 7,5%;

RBR Properties * (RBRP11) – R$ 77,74 peso de 6% e DY 12m de 5,6%:

DY (média 12m) 7,23%

* Fundos com menos de 12 meses de existência apenas – não possui histórico de 12 meses.

A Carteira foi revisada e as alocações por ativo. A principal alteração foi a diminuição na exposição da carteira em Fundos de Recebíveis, de 36% para 25%. A estratégia é de maior cautela devido às possíveis inadimplências resultantes da crise econômica gerada pela pandemia do novo coronavírus.

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