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Balanços da Braskem e AES Tietê ficam entre os destaques da Mirae Asset

Data de criação:

access_time 06/08/2020 - 11:08

Data de atualização:

access_time 06/08/2020 - 11:08
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No relatório corporativo desta quinta-feira, os analistas da Mirae Asset avaliaram os desempenhos financeiros da AES Tietê e também da Braskem. A recomendação é de de COMPRA.

AES TIETÊ UNIT

No 2T20, a receita líquida foi de R$ 475,2 milhões, com queda de 2% em relação ao 2T19, em linha com o esperado. O Ebitda foi de R$ 265,6 milhões, também em linha com o esperado e a margem ficou em 58% versus 47% no 2T19. O Ebitda foi impactado por um não recorrente de R$ 31,0 milhões (gastos legais com a proposta da Eneva) e outro não recorrente de reversão de provisão relacionados a processo com Itaipu. Ajustado por esse evento o Ebitda teria sido de R$ 284,0 milhões, em linha com a expectativa. O lucro líquido foi de R$ 119,0 milhões, com aumento de 236% em relação ao 2T19 e foi decorrente de melhora de resultado operacional, decorrente de melhor alocação de energia no período, resultado financeiro e reversão de provisão do processo com Itaipu principalmente.

“O resultado operacional ficou em linha com o esperado, impactado por não
recorrente. O dividendo continua sendo forte e o principal evento para investidores, já que seu yield é bastante superior ao CDI, sendo uma das boas oportunidades de compra para investidores que buscam esse tipo de retorno.”

A recomendação é de COMPRA ao preço-justo: R$ 16,00. Upside: +9%.

BRASKEM PNA

No 2T20, a receita líquida foi de R$ 11,188 bilhões, com queda de 16% em relação ao 2T19. O resultado foi um prejuízo de R$ 2,476 bilhões, revertendo o lucro do 2T19 e foi impactado por desvalorização cambial sobre eo endividamento e provisões de R$ 1,6 bilhão referente ao evento geológico de Alagoas. O Brasil representou 47%, exportações 17%, Estados Unidos e Europa 27% e México 9%. No Brasil operou com taxa média de utilização de 70% versus 89% no 2T19 e foi impactada pelos efeitos do covid-19 na economia, se recuperando ao longo do período, principalmente em junho. As exportações aumentaram, tendo em vista a disponibilidade de produtos não absorvidos pelo mercado brasileiro, que foram direcionados para clientes internacionais. O Ebitda consolidado foi de R$ 1,655 bilhão, com aumento de 2% e ficou acima do esperado. A margem ficou em 14% versus 12% no 2T20. A melhora foi decorrente da queda no custo com matéria-prima, queda de despesas e foi beneficiado pela desvalorização cambial no período.

“O resultado operacional ficou acima da expectativa. Acreditamos que o pior já tenha ocorrido e nos próximos meses / trimestres a empresa deverá conviver com  recuperação no volume de vendas. Os impactos referentes ao acidente geológico de Alagoas já estão na sua maior parte provisionados. A empresa abriu um processo de investigação para apurar eventuais irregularidade no México, o que que é uma notícia negativa que aliado ao elevado endividamento se mostram negativos para a empresa / ação.”

A recomendação é de COMPRA ao preço-justo: R$ 30,40. Upside: +30%.

 

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