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BNDES aporta R$ 487 milhões em fundo de crédito de fintech

Data de criação:

access_time 04/03/2021 - 13:14

Data de atualização:

access_time 04/03/2021 - 13:14
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O BNDES contratou o primeiro Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) a ser investido no âmbito da Chamada Pública para Fundos de Crédito para Micro, Pequenas e Médias empresas -PPMEs lançada em maio deste ano com duas modalidades de fundo.

O FIDC CashMe-Plural foi o melhor classificado dentre os seis pré-selecionados de sua modalidade para a fase de análise gerencial e jurídica e receberá do BNDES aporte de R$ 487 milhões, por meio da subscrição de cotas do fundo. O fundo, que também contará com o aporte de R$ 138,3 milhões por parte da Cyrela e da BRPP, gestora do Grupo Genial, totalizará um capital de R$ 625,3 milhões.

No âmbito da iniciativa, poderão receber aportes do BNDES ainda mais nove FIDCs, somando o valor total de até R$ 4 bilhões.

Com o aporte do BNDES, o FIDC CashMe-Plural passará a disponibilizar para empreendedores financiamentos de até R$ 2 milhões de reais por meio da plataforma eletrônica da CashMe, fintech do Grupo Cyrela, que é especialista em empréstimos com garantia de imóvel. A previsão é que o custo final para o cliente na obtenção de crédito via CashMe fique em até IPCA + 1,15% ao mês, consideravelmente abaixo dos 4% ao mês, limite de custo exigido no edital da Chamada. O prazo médio das operações pode superar 4,7 anos. A projeção é de que sejam beneficiados 1.700 MPMEs e profissionais autônomos de diversos setores.

Além da modalidade de crédito citada, a CashMe, juntamente com o Instituto Cyrela e ONGs parceiras, dedicará um time para que até R$ 500 mil do valor aportado no fundo sejam destinados ao microcrédito, com o objetivo de melhorar a situação de vulnerabilidade econômica de mulheres e famílias de baixa renda.

Considerando o efeito da revolvência, que consiste na concessão de novos empréstimos à medida que as parcelas dos empréstimos anteriores vão sendo pagas pelos clientes ao fundo, a expectativa é de que estes recursos beneficiem 1 mil microempreendedores, com operações de tíquete médio de R$ 1,5 mil. Como um todo, o fundo deve chegar a beneficiar 2.700 clientes.

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