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Bolsas Ásia subiram e Japão deve retomar as atividades

Data de criação:

access_time 25/05/2020 - 10:04

Data de atualização:

access_time 25/05/2020 - 10:04
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As bolsas de ações da Ásia fecharam com ganhos nesta segunda-feira, com os investidores atentos para as medidas no Japão. O primeiro-ministro Shinzo Abe deve anunciar o fim do isolamento social, o que acabou alimentando as expectativas para a retomada da economia. Já a proposta de Lei de Segurança para Hong Kong, que promoveu novas manifestações, foi discutida no Congresso Nacional do Povo da China.

Ao final, o índice Hang Seng da bolsa de Hong Kong ficou em alta de 0,10% aos 22.952. O índice Xangai ficou em alta de 0,15% a 2.817. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,09% a 1.750. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 1,73% aos 20.741. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em alta de 2,16% a 5.615. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 1,24% a 1.994. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,56% aos 10.871. Os mercados da Índia e de Singapura permaneceram fechados.

No Japão, o primeiro-ministro do Japão Shinzo Abe deverá anunciar que o estado de emergência imposto para combater a pandemia de coronavírus pode terminar em todo o país.

O Japão vem gradualmente relaxando os apelos para que as pessoas fiquem em casa e que algumas empresas fiquem fechadas, pois os relatos de casos confirmados de COVID-19 e mortes relacionadas diminuíram. O Japão registrou cerca de 820 mortes e mais de 16 mil casos confirmados do novo coronavírus, relativamente pouco em comparação com países afetados como os Estados Unidos.

Algumas lojas de departamento e restaurantes já foram reabertos, inclusive em Tóquio, onde a emergência tecnicamente ainda está em andamento.

Embora as pessoas usem máscaras e tenham suas temperaturas medidas nas portas de estabelecimentos públicos, persistem os temores de que a retomada da atividade econômica normal e menos precauções de distanciamento social trarão um ressurgimento do vírus.

Já em Hong Kong, a atenção ficou com a polícia usando bombas de efeito moral para conter os protestos do fim de semana. As manifestações, que ocorreram em resposta à legislação em discussão pelos líderes no Congresso Nacional do Povo da China, reunidos em Pequim, foram as maiores em meses, apesar das proibições de grandes reuniões para impedir a propagação do coronavírus.

O renascimento de protestos pró-democracia, muitas vezes violentos que abalaram a cidade por grande parte de 2019, elevou a probabilidade de mais tensões entre Pequim e Washington sobre os esforços da China para exercer mais controle sobre o território semi-autônomo.

Na região as agendas estavam vazias.

Tradução ID de relatórios oficiais e agências internacionais

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