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Bolsas asiáticas ficam divididas com dados dos EUA e PMI da China

Data de criação:

access_time 31/07/2020 - 09:52

Data de atualização:

access_time 31/07/2020 - 09:52
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As bolsas de valores da Ásia caíram nesta sexta-feira, com os investidores digerindo os dados econômicos dos Estados Unidos e também os relatórios corporativos. Indicadores da região, como a Produção Industrial do Japão e o PMI da China, também ficaram entre os destaques.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 0,47% aos 24.595. O índice Xangai, China, ficou em alta de 0,71% aos 3.310. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 1,33% a 2.256. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 2,82% aos 21.710. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,78% aos 2.249. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,34% aos 37.606. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 0,46% aos 12.664. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 2,04% aos 5.927. Os mercados de Singapura não operaram com feriado.

Os resultados das empresas, com os efeitos da pandemia de coronavírus, junto com os indicadores econômicos de vários países ficaram entre as análises. O lado menos ruim está com algumas empresas de tecnologia, que resistiram à tendência e estão mostrando resultados positivos.

Hoje, a China apresentou os números da atividade manufatureira, o PMI, que subiu em julho e os pedidos de exportação se fortaleceram, apesar da fraca demanda para os Estados Unidos e Europa. A pesquisa revela que a segunda maior economia do mundo está se recuperando gradualmente da COVID-19.

Ontem, o governo japonês disse que a economia do país deverá cair 4,5% no ano fiscal que termina em março de 2021.

De acordo com a imprensa do Japão, a Toyota estava em vias de se tornar a montadora número 1 do mundo novamente, ultrapassando a Volkswagen, agora a maior fabricante mundial de vendas de veículos. As vendas da Toyota já estavam se recuperando em mercados como a China.

Na China, o índice de Gerentes de Compras – PMI do setor manufatureiro saltou para 51,1 pontos em julho, ante 50,9 pontos em junho, informou o Departamento Nacional de Estatísticas. Os dados reais melhoraram a estimativa de consenso de 50,7 pontos. Enquanto isso, o PMI não manufatureiro diminuiu ligeiramente para 54,2 pontos em julho, de 54,4 pontos em junho, mas melhorou as estimativas de 51,2 pontos.

No Japão, a taxa de desemprego caiu, enquanto a disponibilidade de empregos diminuiu em junho. A taxa de desemprego, ajustada sazonalmente, ficou em 2,8% em junho, ante 2,9% em maio, mostraram dados do Ministério do Trabalho. A previsão mediana foi de 3,1%. A proporção de empregos / candidatos caiu para 1,11% em junho, de 1,20% em maio, marcando a menor leitura desde outubro de 2014. A previsão mediana foi de 1,16%.

No Japão, os dados mostraram que a produção nas fábricas e minas aumentou 2,7%, para 80,8 em junho. Esse número foi melhor do que a maioria dos analistas estimavam. O aumento ocorreu principalmente devido à repentina recuperação  na produção de montadoras como Toyota, Nissan e Suzuki, à medida que a demanda internacional aumentou. Da mesma forma, os fabricantes de máquinas também viram um aumento nas atividades em junho.

Na Austrália, a demanda final (excluindo exportações) caiu 1,2% neste trimestre e recuou 0,4% nos últimos 12. A queda em refino de petróleo e fabricação de combustível foi de 30,1%, assistência à infância e serviços com queda de 36,7% e outro recuo foi na agricultura, 6,4%. Os ganhos foram registrados em outros equipamentos de transporte, alta de 3,6%, equipamentos de informática e eletrônicos, alta de 3,1%, fabricação de veículos e peças para veículos automotores, ganho de 1,2%. Os números são do Governo australiano.

*Tradução ID de relatórios e Associated Press

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