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Bolsas asiáticas ficam divididas mesmo com o acordo China-EUA

Data de criação:

access_time 26/08/2020 - 10:25

Data de atualização:

access_time 26/08/2020 - 10:25
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As bolsas asiáticas ficaram sem direção nesta quarta-feira, com os investidores analisando o desempenho lento de Wall Street, embora com o S&P e o Nasdaq avançando. No radar ficaram as negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China, bem como o evento do Federal Reserve marcado para amanhã.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou estável aos 25.491. O índice Xangai, China, ficou em queda de 1,30% aos 3.329. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 1,88% a 2.237 e o ChiNext ficou em queda de 2,04%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou estável aos 23.290. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,66% aos 2.542. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,59% aos 39.073. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,59% aos 12.833. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,73% aos 6.116. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,11% a 2.369 pontos.

Na China, os mercados recuaram com a fraqueza das ações de tecnologia no ChiNext, depois ganhos consecutivos.

Os indicadores apresentados ontem também despertaram atenção e geraram incertezas sobre a recuperação global. Os números dos Estados Unidos, como as vendas de casas subindo, mas a confiança do consumidor recuando, deixaram os investidores divididos.

Sobre a questão comercial, o representante de dos Estados Unidos disse que “ambos os lados veem progresso”. O Ministério do Comércio da China também disse que os dois lados discutiram o fortalecimento da coordenação de suas políticas econômicas.

Por fim, crescem as expectativas para o discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, na Conferência anual do banco central dos Estados Unidos, que será virtual pela primeira vez  por conta da pandemia de coronavírus.

No Japão, o Índice de Preços do Produtor de Serviços (todos os itens) aumentou 1,2% em relação ao ano anterior. O Índice de Preços do Produtor de Serviços (todos os itens <excluindo transporte internacional>) aumentou 1,3% em relação ao ano anterior. Os dados são do Governo do Japão.

*Por Ivonéte Dainese de relatórios oficiais e com agências

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