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Bolsas asiáticas ficam divididas na onda de Nova York

Data de criação:

access_time 11/08/2020 - 09:37

Data de atualização:

access_time 11/08/2020 - 09:37
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As bolsas asiáticas ficaram sem direção nesta terça-feira, depois dos resultados de Wall Street na sessão do dia anterior, quando o Nasdaq perdeu força com as ações de tecnologia. Hoje, o Japão apresentou a balança comercial.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 2,11% aos 24.890. O índice Xangai, China, ficou em queda de 1,15% aos 3.340. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 1,49% a 2.243. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 1,88% aos 22.750. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,05% aos 2.544. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 1,35% aos 2.418. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,59% aos 38.407. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 0,88% aos 12.780. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,47% aos 6.138.

Na Ásia, apesar do bom humor em parte dos mercados de ações, os novos casos confirmados de coronavírus em todo o mundo estão perto dos 20 milhões, de acordo com uma contagem da Johns Hopkins University.

Os ganhos seguiram o anúncio do presidente Donald Trump sobre as ordens excutivas, que foram assinadas no fim de semana, para ajudar os americanos desempregados com o fracasso nas negociações no Congresso sobre o pacote de US$ 1 trilhão.

Nos mercados da região, como ocorreu ontem no Nasdaq, as ações de tecnologia foram as mais penalizadas com o temor de que as relações entre os Estados Unidos e a China possam ficar ainda piores com retaliações para as empresas tecnológicas americanas.

No Japão, o superávit em conta corrente caiu 31,4% no primeiro semestre de 2020 em relação ao ano anterior para 7,31 trilhões de ienes (US $ 69 bilhões). Esse é o nível mais baixo em mais de cinco anos, já que as exportações e gastos de visitantes do exterior foram duramente atingidos pela pandemia do coronavírus. Os dados são do Ministério de Finanças do Japão.

Em junho, o superávit em conta corrente, um dos indicadores mais amplos do comércio internacional, caiu 86,6%, para 167,5 bilhões de ienes nas preliminares.

As exportações caíram 15,6%, para 32,01 trilhões de ienes, e as importações, 12,3%, para 33,10 trilhões de ienes.

*Tradução ID de relatórios e agências internacionais

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