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Bolsas da Ásia ficam no positivo com medidas para conter o avanço da COVID-19

Data de criação:

access_time 03/03/2020 - 10:07

Data de atualização:

access_time 03/03/2020 - 10:07
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Os mercados acionários subiram nesta terça-feira, em meio à esperança de que os bancos centrais tomem medidas para proteger a economia global dos efeitos do surto de coronavírus.

Ao final, o índice Hang Seng da bolsa de Hong Kong ficou estável a 26.284 e o índice Shenzhen Composite ficou em alta de 1,03% a 1.888. O índice Xangai ficou em alta de 0,74% a 2.9920. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 0,39% a 3.019. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 1,22% aos 21.082. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,69% a 6.435. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,58% a 2.014. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 1,26% aos 38.623. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 1,41% aos 11.327.

As compras foram embaladas pelos resultados de Wall Street nas negociações de ontem, com o Dow Jones fechando acima de 5%, na recuperação dos piores resultados desde a crise financeira iniciada em 2008 nos Estados Unidos.

A epidemia de vírus, que começou no centro da China, está encerrando centros industriais, esvaziando lojas e ganhando o mundo. Mais empresas estão alertando os investidores de que suas finanças sofrerão um impacto por causa de interrupções nas cadeias de suprimentos e vendas.

Com esse cenário, os investidores estão apostando nas decisões do Federal Reserve, que sinalizou cortar as taxas de juros, e também de outros bancos centrais do mundo. Toda cautela visa proteger a economia global dos efeitos do surto.

Ontem, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial anunciaram simultaneamente que estão prontos para ajudar os países afetados pelo coronavírus por meio de seus programas de empréstimos de emergência e outras ferramentas.

“Usaremos nossos instrumentos disponíveis o máximo possível”, disseram a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, e o presidente do Banco Mundial, David Malpass, em comunicado conjunto. “A cooperação internacional é essencial.”

Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, disse também que a principal autoridade monetária da Europa está pronta para tomar “medidas apropriadas e direcionadas”, se necessário, para apoiar a economia contra os ventos contrários ao novo coronavírus.

Um sinal encorajador é que os ministros das Finanças e os líderes dos bancos centrais do Grupo dos Sete, principais países industrializados, realizarão uma teleconferência hoje para discutir uma resposta econômica ao surto viral.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, e o presidente do Fed, Jerome Powell, vão liderar a chamada. O grupo inclui Japão, Alemanha, Grã-Bretanha e França, entre outros. O G-7 costuma emitir declarações prometendo cooperação em meio à turbulência econômica global.

A Organização para o Desenvolvimento Econômico, que pesquisa economias avançadas, disse ontem que o surto viral “apresenta à economia global seu maior perigo desde a crise financeira” em 2008.

A OCDE cortou sua previsão de crescimento mundial e disse que, mesmo que haja apenas surtos limitados fora da China, a economia global crescerá apenas 2,4% este ano, a mais fraca desde a crise. Essa previsão corresponde a várias estimativas privadas. Se outros países forem atingidos por surtos semelhantes aos da China, o crescimento poderá cair para 1,5%, disse a OCDE.

Na região foram apresentados indicadores econômicos.

Tradução ID de agências internacionais como a Associated Press

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