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Bolsas da Ásia ficam sem direção com China e a “bolha” imobiliária

Data de criação:

access_time 02/03/2021 - 10:15

Data de atualização:

access_time 02/03/2021 - 10:15
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As bolsas da Ásia fecharam divididas nesta terça-feira (02/03). A cautela, em grande parte dos mercados, ocorreu com a declaração do presidente da Comissão Regulatória Bancária e de Seguros da China de que existe um grande risco de estouro nas bolhas de ativos nos países desenvolvidos e também no mercado imobiliário daquele país. Indicadores do Japão também pesaram.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em queda de 1,21% aos 29.095 pontos. O índice Xangai, China, ficou em alta de 1,21% aos 3.551 pontos. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,70% a 3.332 pontos e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 1,33%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,86% aos 29.408. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou estável aos 2.973. O índice Sensex, bolsa de Mumbai, Índia, ficou em alta de 0,90% aos 50.296. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,40% aos 6.762. O índice Kospi, bolsa de Seul, ficou em alta de 1,03%. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou estável a 15.946.

O presidente da Comissão Regulatória Bancária e de Seguros da China, que também é membro do Banco do Povo da China, Guo Shuqing, surpreendeu hoje ao declarar que existe um risco muito forte de um estouro nas “bolhas” de ativos nos países desenvolvidos e também no mercado imobiliário chinês. Shuqing disse que o país estuda medidas para administrar a entrada de capital para evitar turbulências no mercado doméstico. Aliás, foi esse estouro da bolha do setor de imóveis que promoveu a última crise econômica global (2008 a 2011) iniciada nos Estados Unidos.

Ainda por lá, as ações ficaram sob pressão com o temor de um aperto na política monetária.  Os investidores estão atentos na sessão parlamentar que traçará um curso para a recuperação econômica e revelará um plano de cinco anos para combater a estagnação, escreveu a Reuters.

Por fim, os indicadores apresentados hoje para o Japão também ficaram no radar, como o nível de desemprego. O índice regional MSCI Asia Pacific caiu 0,3%.

Entre as ações com ganhos na bolsa de Tóquio ficaram as da Hitachi Zosen, alta de 4,85%, as da Haseko, alta de 3,58%, as da Nexon, alta de 3,12%, as da Panasonic, alta de 2,10%, e as da Ajinomoto, alta de 1,77%.

No Japão, a taxa de desemprego caiu para 2,9% em janeiro e a disponibilidade de empregos melhorou, apesar das de novo cenário de emergência  com pandemia do coronavírus. A taxa de desemprego caiu de 3,0% em novembro e dezembro, disse o Ministério de Assuntos Internos e Comunicações, com dados revisados em relação aos 2,9% anteriormente.

O índice de disponibilidade de empregos subiu para 1,10 em janeiro de 1,05 um mês antes, o que significa que eram 110 vagas para cada 100 candidatos a emprego, disse o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar.

No Japão, os gastos de capital caíram 4,8% entre outubro-dezembro em comparação com o mesmo período do ano anterior, dados do Ministério das Finanças (MOF), registrando um terceiro trimestre consecutivo de quedas depois de uma recuada forte de 10,6% entre julho a setembro.

As despesas comerciais encolheram 0,3% em relação ao trimestre anterior em uma base ajustada sazonalmente. Estimativa preliminar divulgada no mês passado mostrou que a economia do Japão cresceu 12,7% anualizada no último trimestre.

*Ivonéte Dainese com Reuters e relatórios oficiais

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