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Bolsas da Ásia subiram com China, vacina e acordos comerciais

Data de criação:

access_time 04/01/2021 - 10:41

Data de atualização:

access_time 04/01/2021 - 10:41
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Os mercados de ações da Ásia fecharam as primeiras negociações de 2021 em campo positivo. O otimismo ocorreu com o plano global, depois das vacinas, do acordo comercial entre a União Europeia e o Reino Unido e também com as expectativas para o governo de Joe Biden. Por fim, os dados econômicos da China também ficaram no radar

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em alta de 0,89% aos 27.472 pontos. O índice Xangai, China, ficou em alta de 0,86% aos 3.502. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 2,45% a 2.386 e o ChiNext (ETF) ficou em alta de 2,69%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,68% aos 27.258. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 0,53% aos 2.858. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,64% aos 48.176. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 1,47% aos 6.684. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 2,47% a 2.944 pontos. O índice Taiex, bolsa de Seul, ficou em alta de 1,15% aos 14.902 pontos.

Na China, os índices deram sinais de que a segunda maior economia do mundo está em ritmo acelerado. Os investidores ficaram animados com o acordo de investimento Sino-Europa e a política de apoio de Pequim para seus mercados de capitais.

O Banco do Povo da China emitiu um regulamento na quinta-feira para limitar os empréstimos imobiliários pelos bancos, à medida que as autoridades voltaram sua atenção para os riscos da dívida e procuram se proteger contra qualquer empréstimo excessivo ao setor imobiliário, escreveu a Reuters.

No Japão, a bolsa de Tóquio ficou em queda com o primeiro-ministro Yoshihide Suga destacando a possibilidade do estado de emergência para conter um aumento nas infecções por coronavírus. Suga reiterou o pedido para que algumas empresas fechem mais cedo. No contraponto, o primeiro-ministro sinalizou a vacinação no final de fevereiro.

Na China, o índice Caixin / Markit de Manufatura – PMI caiu para 53,0 de 54,9 de novembro, mas com o indicador ficando bem acima do nível 50 que separa o crescimento da contração.

No Japão, o índice do Jibun Bank para o setor de Manufatura – PMI subiu de 49,0 em novembro para atingir o limite de 50,0 sem mudanças em dezembro. Isso marcou a mais alta leitura do PMI desde abril de 2019, à medida que o setor continuou a se recuperar gradualmente das condições de operação atenuadas pela pandemia Covid-19

*Tradução ID de relatórios e agências internacionais e Reuters

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