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Bolsas da Europa fecham estáveis mesmo com PIB alemão

Data de criação:

access_time 25/08/2020 - 14:57

Data de atualização:

access_time 25/08/2020 - 14:57
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As bolsas da Europa fecharam estáveis nesta terça-feira. Apesar da queda no PIB da Alemanha, os investidores olharam para o futuro e mantiveram o bom humor. Ainda ficou no destaque a informação do diálogo conciliador entre a China e os Estados Unidos sobre os acordos comerciais.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,30% aos 369.75 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 1,11% aos 6.037 pontos; o DAX -30 (Frankfurt) ficou estável aos 13.061 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou estável a 5.008 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,41% aos 20.030 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou estável a 7.108 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 1,06% a 4.381 pontos.

O índice pan-europeu recuou, embora com as ações das companhias aéreas ganhando força. As ações da International Airlines Group subiram 2,48% e as da easyJet subiram 1,00%.

Mesmo com indicadores econômicos ruins, o índice da bolsa de Frankfurt ficou estável depois de romper os 13 mil pontos.

Um alívio, pelo menos neste momento, se dá com o diálogo alinhado entre os Estados Unidos e a China nas questões comerciais. A China disse que houve uma discussão comercial “construtiva” que incluiu o vice-premiê Liu He, o representante comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin.

Entre as ações com ganhos ficaram as da Aveva, alta de 4%, depois de anunciar que está comprando a OSIsoft por US $ 5 bilhões, em dinheiro, para expandir sua posição em software industrial.

A Aveva está comprando a empresa que é 53% detida por seu fundador e 45% detida pelo SoftBank do Japão, que vai financiar o negócio com uma venda de US$ 3,5 bilhões em ações com desconto, ou emissão de direitos. A Schneider Electric, da França, acionista de 60% da Aveva, apoia o negócio e assumirá integralmente sua parte na emissão de direitos.

Na Alemanha, o Produto Interno Bruto – PIB caiu drasticamente em 9,7% no segundo trimestre de 2020 em relação ao anterior, isso depois de ajustes pelas variações de preço, sazonalidade e calendário. Os dados são do Instituto Federal de Estatística – Destatis.

De acordo com o Destatis, a queda do PIB no segundo trimestre de 2020 não foi tão acentuada como a reportada na primeira divulgação de 30 de julho de 2020 (-10,1%).

A queda na economia alemã foi, portanto, muito maior do que durante a crise financeira e econômica de 2008/2009, quando a queda no indicador era de 4,7% (1T2009) e o do declínio mais acentuado desde os cálculos trimestrais do PIB para a Alemanha que começaram em 1970.

Na Alemanha, o sentimento entre os líderes empresariais continua melhorando. O Índice de Clima de Negócios IFO passou de 90,4 pontos (com ajuste sazonal) em julho para 92,6 pontos em agosto. As empresas avaliaram sua situação atual de negócios de forma marcadamente mais positiva do que no mês passado. Suas expectativas também eram um pouco mais otimistas. A economia alemã está no caminho da recuperação.

No Reino Unido, o emprego no varejo caiu pela taxa mais rápida desde fevereiro de 2009 em 2020 até agosto, quando comparado com setembro, de acordo com a última pesquisa mensal de comércio distribuído do CBI.

A pesquisa – que contou com 63 varejistas entre seus 128 entrevistados – também mostrou uma ligeira queda nas vendas no varejo em relação ao ano anterior.

*Por Ivonéte Dainese de relatórios oficiais e com agências

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