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Bolsas da Europa fecham no azul com casos de infecção diminuindo na Itália

Data de criação:

access_time 24/03/2020 - 15:46

Data de atualização:

access_time 24/03/2020 - 15:46
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As bolsas europeias subiram nesta terça-feira, em meio aos sinais de que a disseminação do coronavírus está diminuindo na Itália, um dos países mais atingidos. Enquanto isso, os investidores esperavam as negociações sobre o pacote de estímulo de US$2 trilhões no Congresso dos Estados Unidos.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 8,40% aos 304.00 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 9,05% aos 5.446; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 10,98% a 9.700; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 8,39% a 4.242; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 8,93% aos 16.948; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 7,82% a 6.717; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 7,82% a 3.881.

Na Itália, os novos casos e mortes caíram nos últimos dois dias. “Isso significa que a Itália levou 43 dias do primeiro caso ao pico e 12 dias após a implementação das mais rígidas restrições de viagem. 43 dias foi exatamente o mesmo tempo que a Coreia do Sul levou para atingir seu ápice. E, se for esse o caso, os Estados Unidos estariam 14 dias atrás da Itália ”, disse Thomas Lee, chefe de pesquisa da Fundstrat Global Advisors.

O chefe do Instituto de Saúde Pública da Alemanha disse separadamente que a taxa de infecções na maior economia da Europa estava se estabilizando.

Enquanto isso, o primeiro-ministro do Reino Unido Boris Johnson impôs um bloqueio, aconselhando os cidadãos a deixar as casas apenas para compras essenciais, cuidados de saúde e exercícios diários.

Sobre a COVID-19, até agora existem 407.405 casos e pelo menos 18.227 pessoas morreram, de acordo com dados agregados dos Centros de Ciência e Engenharia de Sistemas da Johns Hopkins Whiting School of Engineering. Até agora, cerca de 104.234 pessoas se recuperaram.

Nos Estados Unidos, onde os casos recém-detectados no fim de semana ultrapassaram o Irã, a Alemanha e a Espanha, agora existem 49.768 casos e 600 mortes. O Irã tem 24.811 casos e 1.934 mortes. A Alemanha tem 30.150 casos e 133 mortes; e a Espanha tem 39.676 casos e 3.784 mortes. Na Itália, que se tornou o epicentro da pandemia nas últimas semanas, existem agora 69.176 casos e 6.820 mortes. A França registrou 20.149 casos e 862 mortes. Na Corea do Sul, citada como modelo de contenção, existem 9.037 casos e 120 mortes.

Entre as ações com ganhos em Frankfurt estavam as da Daimler, alta de 27,28%, as da Volkswagen, alta de 19,05%, as da Allianz, alta de 15,80%, Wirecard, alta de 14,16%, as da Deutsche Lufthansa, alta de 13,97%, e as da Continental, alta de 13,56%.

Entre as ações com ganhos na bolsa de Paris estavam as da Safran, alta de 20,93%, as da Arcelor Mital, alta de 18,56%, as da Renault, alta de 17,53%, as da Total, alta de 15,00%, e as do Societe Generale, alta de 12,65%.

Ainda hoje, mesmo com as boas notícias sobre a redução de mortes em consequência da doença, os dados econômicos já recuaram forte neste mês de março. O índice de Gerentes de Compras na Zona do Euro caiu forte, sendo que a prévia está em 31,4 ante os 51,6 de fevereiro. A escala em que qualquer leitura abaixo de 50 indica contração.

Tradução ID de agências e relatórios internacionais

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