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Bolsas da Europa ficam divididas com novos casos de Covid-19

Data de criação:

access_time 23/03/2021 - 15:36

Data de atualização:

access_time 23/03/2021 - 15:36
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As ações europeias ficaram divididas nesta terça-feira (23/03). Os investidores mantiveram as atenções nos novos casos de coronavírus, que obrigaram a Alemanha a voltar com bloqueios ainda mais severos. O que se vê é o temor cada vez mais elevado sobre a recuperação econômica.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 fechou em queda de 0,20% aos 423.31 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 0,40% aos 6.699 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou estável aos 14.662 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,39% aos 5.945 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,61% aos 24.113 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 0,56% aos 8.390 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,81% a 4.878 pontos.

O índice pan-europeu caiu 0,2%, depois que uma nova rodada de sanções contra a China atingiu os mercados asiáticos.

Já o DAX da Alemanha ficou estável, com as novas medidas de bloqueio até o dia 18 de abril orientadas pela primeira-ministra Angela Merkel, que também pediu aos cidadãos que fiquem em casa durante o feriado de Páscoa.

Enquanto isso, os demais líderes europeus também estão mantendo as restrições com o aumento dos casos de COVID-19. A França endureceu e a Áustria adiou a reabertura de cafés e restaurantes.

No Reino Unido, nos últimos três meses até fevereiro de 2021 foram registrados pequenos aumentos no número de funcionários em folha de pagamento (Payroll). Desde fevereiro de 2020, o número de funcionários na folha de pagamento caiu para 693 mil.

A taxa de desemprego, nos três meses até janeiro de 2021, foi estimada em 5,0%, 1,1 pontos percentuais acima do ano anterior e 0,1 pontos percentuais acima do trimestre anterior. O resultado foi abaixo da projeção de 5,2%.

A análise por faixa etária mostra que os menores de 25 anos contribuíram com mais de 60% da queda observada desde fevereiro de 2020.

O número de vagas de emprego de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021 foi 26,8% menor do que há um ano.

*Por Ivonéte Dainese com agências internacionais e relatórios

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