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Bolsas da Europa ficam no azul com COVID-19 enfraquecendo

Data de criação:

access_time 07/04/2020 - 16:16

Data de atualização:

access_time 07/04/2020 - 16:16
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As ações europeias renovaram os ganhos nesta terça-feira, com os sinais muito fracos sobre a queda na disseminação do coronavírus. O dia de poucos indicadores também ajudaram nas compras. Entretanto, o Reino Unido segue sem o primeiro-ministro Boris Johnson.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 1,88% aos 326.61 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 2,19% aos 5.704; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 2,79% a 10.356; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 2,12% a 4.438; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 2,19% aos 17.411; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 2,30% a 7.002; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 1,27% a 4.069.

Os ganhos no mercado de ações ocorreram quando a taxa de crescimento global dos casos de coronavírus continuou a desacelerar, de 6% para 5,8%, de acordo com dados do Deutsche Bank, enquanto a taxa de crescimento nos Estados Unidos  subiu de 8,2% para 9%. Ainda assim, esse foi o segundo dia consecutivo de crescimento abaixo de 10% nas regiões norte-americanas. Hoje, para animar um pouco mais o Japão declarou estado de emergência em sete localidades.

A libra britânica se recuperou e as ações do Reino Unido subiram na terça-feira, mesmo com a preocupação com o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, que segue internado. O otimismo por lá também se deu com a desaceleração da doença.

Duas das ações com melhor desempenho na Europa este ano tiveram dificuldades, com a fabricante de testes de diagnóstico bioMerieux, queda de 4,52%, e a fabricante de kits de alimentos prontos HelloFresh, com retração de -8,52%.

Em Frankfurt, entre as ações com ganhos ficaram as do Deutsche Bank, alta de 5,45%, as da Infineon Tecnologies, alta de 5,23%, as da Continental, alta de 4,69%, as da Basf, alta de 4,16%. Na contramão ficaram as ações da Deutsche Boerse, queda de 1,17%.

Na Alemanha, em fevereiro, a pandemia de coronavírus ainda não teve um impacto notável na produção industrial, com o setor marcando alta de 0,3% em relação ao mês anterior, ajustada sazonalmente e por calendário, segundo dados provisórios do Departamento Federal de Estatística (Destatis).

Na França, o déficit comercial diminuiu em fevereiro, com o aumento das exportações superando o crescimento das importações. O déficit comercial caiu para € 5,22 bilhões, ante € 5,97 bilhões. O déficit comercial deverá cair para €4,9 bilhões. No mesmo mês do ano passado, o déficit comercial foi de € 4,36 bilhões. As exportações aumentaram 5,1% em fevereiro e as importações aumentaram 2,8%. Na comparação anual, as exportações caíram 2,8% e as importações caíram 1,3% em fevereiro. As informações são da Alfândega Francesa.

No Reino Unido, os preços médios de casas no mês de março ficaram em £ 240.384, com variação mensal estável, alta 2,1% na variação trimestral e alta de 3,0% no comparativo anual. Os dados são do índice Halifax da IHS Markit.

Na Itália, em fevereiro de 2020, o índice do comércio varejista, ajustado sazonalmente, aumentou pelo 3º mês consecutivo na série mês a mês, com o valor das vendas subindo 0,8% e o volume 0,9%. Nos três meses até fevereiro de 2020, o valor das vendas no varejo cresceu 0,6%, assim como o volume de vendas aumentou 0,7%. Na série ano a ano, as estimativas para o comércio varejista continuaram crescendo, atingindo um pico de 5,7% em fevereiro de 2020. As vendas de alimentos aumentaram 8,2% e as não-alimentícias aumentaram 3,8% em relação a fevereiro de 2019. Os dados são do Istat.

*Por Ivonéte Dainese e tradução de agências internacionais e relatório

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