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Bolsas da Europa recuam com ajuste técnico

Data de criação:

access_time 17/02/2021 - 14:32

Data de atualização:

access_time 17/02/2021 - 14:32
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As bolsas europeias caíram nesta quarta-feira (17), com os investidores atentos aos indicadores econômicos, em especial para os índices de inflação do Reino Unido e dos Estados Unidos. O otimismo segue com a maior oferta de vacinas para a região.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 fechou em queda de 0,74% aos 416.10 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 0,56% aos 6.710 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) caiu 1,10% aos 13.909 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,36% aos 5.765 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 1,12% aos 23178 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,38% aos 8.122 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,16% a 4.822 pontos.

O índice pan-europeu foi embalado pelos indicadores econômicos, como a inflação do Reino Unido avançando mais que o esperado em janeiro (Ver abaixo).

Com o aumento da inflação em diversos países, os investidores estão cautelosos com os bancos centrais, como o da Inglaterra e dos Estados Unidos. As diversas instituições ao redor do mundo estão comprometidas com as flexibilizações das políticas monetárias. O Fed, por exemplo, disse que não vê taxas de juros elevadas até pelo menos 2022.

Ainda nesta sessão, as ações dos bancos europeus subiram 0,3, com o chamado “comércio de reflação” elevando os rendimentos dos títulos. Em Londres, as ações do HSBC subiram 1,05%. Na bolsa de Madri, as ações do Bankia subiram 0,95%, as do CaixaBank subiram 0,82%, e as do Banco de Sabadell ganharam 0,28%.

Entre as ações com ganhos na bolsa de Frankfurt ficaram as da E.ON, alta de 1,17%, as da Daimler, alta de 0,66%, as da Siemens, alta de 0,32%. Na contramão ficaram as ações do Deutsche Telekom, queda de 0,20%, as do Beiersdorf, queda de 5,89%, as da SAP, queda de 3,62%, e as Continental, queda de 2,52%.

No Reino Unido, o Índice de Preços ao Consumidor, incluindo os custos de habitação,(CPIH) subiu 0,9% nos 12 meses até janeiro de 2021, de 0,8% até dezembro de 2020. A maior contribuição para a taxa de inflação em 12 meses veio de recreação e cultura (0,35 p.p). Numa base mensal, o CPIH caiu 0,1% em janeiro de 2021, depois de um aumento de 0,2% em dezembro de 2020.

A taxa básica de inflação da produção de bens que saem da fábrica foi negativa em 0,2% no ano até janeiro de 2021, ante variação negativa de 0,5% em dezembro de 2020. O preço dos materiais e combustíveis usados ​​no processo de manufatura apresentou variação positiva de 1,3 % no ano até janeiro de 2021, ante um crescimento positivo de 0,6% em dezembro de 2020.

Já os preços das casas no Reino Unido aumentaram 8,5% no ano até dezembro de 2020, de 7,1% em novembro de 2020. Em uma base não corrigida de sazonalidade, os preços médios das casas no Reino Unido aumentaram 1,2% entre novembro e dezembro de 2020, em comparação com uma queda de 0,1% durante o mesmo período do ano anterior (novembro e dezembro de 2019). O crescimento dos preços das casas foi mais forte no Noroeste, onde os preços avançaram 11,2% no ano até dezembro de 2020. Todos os dados são do Governo Britânico.

*Por Ivonéte Dainese com agências internacionais e relatórios

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