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Bolsas da Europa renovam perdas com vacinas e Wall Street

Data de criação:

access_time 29/01/2021 - 16:33

Data de atualização:

access_time 29/01/2021 - 16:33
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Os índices das principais bolsas da Europa encerraram as negociações de janeiro no vermelho. O movimento de Wall Street, as vacinas e os indicadores econômicos pesaram no humor dos investidores.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 fechou em queda de 1,87% aos 395.85 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 1,82% aos 6.407 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 1,71% aos 13.432 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 2,02% aos 5.399 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 1,57% aos 21.572 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 2,21% aos 7.757 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 1,26% a 4.794 pontos.

Os investidores da Europa mantiveram as preocupações com a pandemia de coronavírus e as indefinições sobre as produções de vacinas.

Hoje, o órgão regulador de medicamentos europeu aprovou a vacina AstraZeneca – Oxford para maiores de 18 anos, sendo agora a terceira vacina liberada para uso emergencial o bloco. Porém, a farmacêutica e as demais, Pfizer e Moderna, estão enfrentando dificuldades para entregar as remessas vendidas para a UE.

Pesou também no desempenho a agitação em Wall Street, depois dos ganhos acentuados em ações vendidas a descoberto, incluindo GameStop e AMC Entertainment.

Por fim, os números divulgados para a França e Alemanha referentes ao quarto trimestre de 2020 também ficaram entre os destaques.

Entre as ações com perdas na bolsa de Frankfurt ficaram as da Covestro, alta de 1,19%, as da Daimler, alta de 0,92%, as da MTU Aero Engines, alta de 0,03%. Na contramão estavam as do Deutsche Bank, queda de 3,34%, as da SAP, queda de 3,23%, e as Bayer, queda de 2,03%.

Na Alemanha, o produto interno bruto (PIB) no quarto trimestre de 2020 ficou quase inalterado em comparação com o terceiro trimestre de 2020 após o ajuste de preços, variações sazonais e de calendário. Após a queda histórica de 9,7% do produto interno bruto no segundo trimestre de 2020, a economia alemã estava se recuperando no verão do ano (+ 8,5% no terceiro trimestre). Os dados são do Destatis.

Na França, no quarto trimestre de 2020, o PIB em termos de volume caiu: -1,3% depois de alta em 18,5% no terceiro trimestre de 2020.  No quarto trimestre de 2020, o PIB estava 5,0% abaixo do nível do ano anterior (variação anual), enquanto no ano seguinte a queda anual foi de 18,8% no segundo trimestre. Os dados são do INSEE.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios

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