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Bolsas fecham divididas com o radar no Japão

Data de criação:

access_time 16/09/2020 - 09:42

Data de atualização:

access_time 16/09/2020 - 09:42
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As bolsas de ações asiáticas ficaram sem direção nesta quarta-feira, com os investidores acompanhando os resultados dos demais mercados nas negociações de ontem. A atenção também ficou no Japão, com a troca de primeiro-ministro. Os indicadores econômicos também permaneceram no radar, bem como a reunião do Federal Reserve.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou estável aos 24.725. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,36% aos 3.283. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,91% a 2.185 e o ChiNext ficou em queda de 1,28%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,09% aos 23.475. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 0,78% aos 2.505. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,66% aos 39.302. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 1,02% a 12.976. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 1,04% aos 5.956. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,31% a 2.435 pontos.

Conforme programado, Shinzo Abe renunciou formalmente ao cargo de primeiro-ministro para permitir que as eleições fossem possíveis. Neste caso, o presidente do Partido Liberal Democrata, Yoshihide Suga, foi eleito para ocupar o cargo.

Yoshihide Suga,71, que já era assessor de confiança de longa data de Abe, deverá cumprir o restante do mandato de Abe e com a missão de reerguer o país da recessão profunda e, mais ainda, equilibrar a relação do Japão com os Estados Unidos e a China à medida que as tensões entre os dois aumentam dia após dia.

Ainda na questão política-comercial, nesta terça-feira (15), a Organização Mundial do Comércio concluiu que as tarifas do governo Donald Trump contra US $ 200 bilhões em produtos chineses são ilegais, embora a organização tenha poucos recursos a tomar contra os Estados Unidos.

A decisão marca a primeira vez que o órgão comercial, com sede em Genebra, se pronuncia contra uma série de tarifas impostas pelo presidente Donald Trump para vários países, mesmo aliados. Trump afirmou repetidamente que a OMC trata os Estados Unidos de forma injusta.

Em sua decisão, o órgão se opôs ao argumento do governo dos Estados Unidos de que a China se envolveu de maneira errada em práticas prejudiciais aos interesses dos norte-americanos como roubo de propriedade intelectual e transferência de tecnologia.

A decisão, em teoria, permitiria à China impor tarifas retaliatórias sobre bilhões de mercadorias americanas. Mas é improvável que tenha muito impacto prático, pelo menos no curto prazo, porque os Estados Unidos podem apelar da decisão, mas o tribunal de apelações da OMC não está mais funcionando, em grande parte, por causa da recusa de Washington em aceitar novos membros.

Por fim, novos dados mostraram que as exportações do Japão despencaram 14,8% em agosto, mas ainda foi melhor do que no mês anterior e superou as expectativas dos analistas. As exportações para a China cresceram 5,1% enquanto as exportações para os Estados Unidos caíram 21,3%.

*Tradução ID com agências internacionais e relatório oficial

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