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Bom humor nos mercados europeus com China no destaque e acordo “Fase 1”

Data de criação:

access_time 02/01/2020 - 14:58

Data de atualização:

access_time 02/01/2020 - 15:58
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As bolsas de valores da Europa dispararam nesta primeira sessão de 2020. As expectativas positivas para o Novo Ano deram mais força para o índice pan-europeu, que seguiu buscando novos recordes. O bom humor foi puxado pela China, com o Banco do Povo (PBoC) adotando medidas para incentivar a economia na oferta de crédito.

Ao final da jornada, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,93% aos 419.72 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 0,82% aos 7.604; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 1,03% a 13.385; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 1,06% a 6.041; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 1,40% aos 23.836; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 1,49% a 9.691; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,99% a 5.265.

O Banco do Povo (PBoC) cortou a taxa de recolhimento compulsório dos bancos de 13% para 12,5%, como objetivo de reforçar a economia na oferta de crédito doméstico. A decisão do PBoC injetará mais de 800 bilhões de yuans (US $ 114,9 bilhões) no sistema financeiro. Ainda sobre a gigante chinesa, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump confirmou a assinatura do acordo “Fase 1” no próximo dia 15 na Casa Branca e disse também que planeja visitar Pequim para iniciar negociações sobre a “Fase 2”.

No Reino Unido, a libra esterlina recuou 0,4%, para US$ 1.3204, com os negociadores preocupados com a decisão sobre o Brexit. O Reino Unido, que deve deixar a União Europeia no final deste mês, tem até o final do ano para fechar um acordo comercial com a UE, e o primeiro-ministro Boris Johnson descartou uma extensão desse prazo.

Na Zona do Euro, depois de atingir a alta de três meses em novembro, o IHS Markit de Manufatura -PMI- perdeu força em dezembro. O indicador ficou 46,3, abaixo dos 46,9, mas um pouco melhor do que a leitura do flash anterior de 45,9. O PMI permaneceu abaixo da marca crucial de 50,0 pelo 11º mês consecutivo. Os dados foram apresentados nesta quinta-feira.

Destacando a contínua fraqueza subjacente no desempenho do setor, o PMI ficou, em média, a 46,4 no trimestre final, inalterado em relação à baixa de quase sete anos do trimestre anterior.

Na Alemanha, o índice Gerente de Compras – PMI de Manufatura da IHS Markit – uma figura única do desempenho da economia industrial derivada de indicadores de novos pedidos, produção, emprego, prazos de entrega dos fornecedores e estoques de compras – registrou 43,7 em dezembro, queda ligeiramente A alta de cinco meses em novembro, de 44,1. A leitura mais recente ficou abaixo da média desde o início do atual período de contração, em janeiro passado.

Na Itália, o índice Gerente de Compras de Manufatura registrou 46,2 em dezembro, ante 47,6 em novembro, para sinalizar a mais acentuada deterioração na saúde do setor manufatureiro desde abril de 2013. Além disso, o último número estendeu a atual sequência de contração para 15 meses. Os dados são do IHS Markit.

Na Espanha, o índice Gerente de Compras – PMI de Manufatura IHS Markit sofreu poucas alterações durante dezembro, registrando uma leitura de 47,4, em comparação com os 47,5 de novembro. Ao permanecer abaixo da marca crucial de 50,0 pelo sétimo mês consecutivo, o PMI sinalizou outra deterioração na saúde da economia industrial.

Na França, o índice de Gerentes de Compras – PMI de Manufatura IHS Markit, sazonalmente ajustado, caiu para 50,4 em dezembro, ante 51,7 em novembro. A leitura apontou para uma melhoria marginal nas condições de negócios em todo o país.

No Reino Unido, a desaceleração no setor de Manufatura aprofundou-se no final de 2019, com a produção diminuindo no ritmo mais acelerado desde julho de 2012. A produção caiu em resposta à diminuição das entradas de novos trabalhos de clientes nacionais e estrangeiros. O Brexit segue impactando os pedidos. O índice IHS Markit / CIPS Purchasing Managers – PMI, ajustado sazonalmente, caiu para 47,5 em dezembro, o segundo nível mais fraco em quase sete anos e meio (o PMI ficou em 47,4 em agosto de 2019). O indicador ficou abaixo dos 50,0 em cada um dos últimos oito meses.

Tradução ID com IHS Markit e agências internacionais

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