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Carteiras Strategy e Valor da Ativa para o mês de outubro

Data de criação:

access_time 01/10/2020 - 11:25

Data de atualização:

access_time 01/10/2020 - 11:25
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A Carteira Strategy da Ativa teve queda de 0,72% frente à desvalorização de 4,79% do Ibovespa. Os principais destaques foram: Localiza (LCAM3 +16,2%) e Petrobras (PETR4 -9,6%).

Para outubro, a equipe da Ativa na Carteira Strategy optou pelo ajuste com a entrada do Bradesco (BBDC4) no lugar da Tim Participações (TIMP3). A decisão se deu com um “potencial” de avanço nos papéis do banco, expansão das operações, ofensivas interessantes no segmento digital e boa gestão da PDD.

Outra opção foi elevar a posição em GPA (PCAR3) para 5,0% em prejuízo de 2,5% de Sulamérica (SULA11), pelo avanço, nos últimos meses, no preço dos alimentos acima do aumento observado no IPCA, o que deve conferir ganhos de margem para a companhia no terceiro trimestre, além de um valuation ainda amplamente descontado.

A decisão de rebalancear as participações de Unidas (LCAM3) e Banco do Brasil (BBAS3) na carteira, vem com o objetivo de embolsar parte dos ganhos conferidos pelas ações da locadora no mês de setembro e o bom potencial de valorização do banco estatal no atual cenário, carteira de crédito ampla e um operacional atrativo.

O peso em Vale (VALE3) foi reduzido, passando o restante para Lojas Renner (LREN3) tendo em vista as últimas ações da companhia que levaram à expansão expressiva do segmento de vendas online, forte ampliação do investimento em tecnologia, bem como uma equipe de gestão competente e solidez de caixa.

*Carterira Strategy ficou assim:

Vale (VALE3) com peso em 5,0%
Telefônica Brasil (VIVT4) com peso em 7,5%:
Banco do Brasil (BBAS3) com peso em 7,5%;
Sabesp (SBSP3) com peso em 5%:
Lojas Renner (LREN3) com peso em 7,5%;
Petrobras (PETR4) com peso em 10%;
YDUQS (YDUQ3) com peso em 7,5%;
Pão de Açúcar (PCAR3) com peso em 5,0%
Gerdau (GGBR4) com peso em 7,5%;
Sulamérica (SULA11) com peso em 5,0%;
Unidas (LCAM3) com peso em 7,5%;
Petrobras Distribuidora (BRDT3) com peso em 7,5%;
Itaú Unibanco (ITUB4) com peso em 7,5%;
Bradesco (BBDC4) com peso em 2,5%; e
B3 (B3SA3) com peso em 7,5%.

*Carteira Valor da Ativa e os ativos

Usiminas (USIM5) com peso em 20%;
Lojas Americanas (LAME4) com peso em 20%;
Movida (MOVI3) com peso em 20%;
Carrefour (CRFB3) com peso em 20%; e
YDUQS (YDUQ3) com peso em 20%.

A troca na Carteira Valor para o próximo mês, a equipe da Ativa optou por trocar todo o portfólio, com exceção de YDUQS (YDUQ3). Para a Usiminas (USIM5), foram observados um horizonte positivo para a companhia até o fim do ano. Os reajustes para cima do preço do aço, dada a crescente demanda, principalmente da China, bem como a forte recuperação do minério de ferro também estão ajudando na performance do papel. Além disso, como líder na produção e comercialização de aços planos no Brasil, a companhia pode se beneficiar de uma recuperação da indústria automobilística.

“Sobre Lojas Americanas (LAME4), diante do seu bom posicionamento no e-commerce, baixa alavancagem financeira e robusta posição de caixa, entendemos que a companhia está bem posicionada para conquistar participação de mercado nos próximos anos, em um varejo nacional ainda relativamente pulverizado”, classificaram.

Para Movida (MOVI3), além dos seus bons fundamentos, os recentes ruídos que podem surgir acerca da decisão do Cade sobre a fusão da Localiza e Unidas no próximo mês podem impactar de forma positiva a cotação do ativo, caso haja um veto por parte da autarquia.

Para o Carrefour (CRFB3), o mês de outubro vem com a proposta de que o setor de varejo supermercadista vivencia um bom momento com a pandemia. Houve uma migração do consumo de serviços para bens de consumo, maiores gastos domiciliares – mais que compensando a menor demanda do segmento de food servisse.

*Carteira Ativa Strategy é focada em rentabilidade de longo prazo, com a finalidade de superar o Ibovespa.

*Carteira Valor é balanceada a partir de ativos com perfil mais defensivo e outros mais arrojados.

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