Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

(Correção) Bolsas da Ásia fecham janeiro no vermelho

Data de criação:

access_time 29/01/2021 - 10:11

Data de atualização:

access_time 29/01/2021 - 21:37
format_align_left 3 minutos de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

As bolsas de ações da Ásia fecharam as últimas sessões de janeiro no vermelho. A aversão ao risco ocorreu com os temores pelos ataques especulativos em Wall Street nos últimos dias. Os resultados das negociações de hoje foram os piores desde abril do ano passado.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em queda de 0,94% aos 28.283 pontos. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,63% aos 3.483. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,75% a 2.335 e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 2,74%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 1,89% aos 27.663. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,61% aos 2.902. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 1,26% aos 46.285. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,64% aos 6.607. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 3,03% a 3.976 pontos. O índice Taiex, bolsa de Seul, ficou em queda de 1,80% aos 15.138 pontos.

Na China, as taxas de juros de curto prazo (money-market) subiram para o maior patamar dos últimos seis anos, refletindo o enxugamento de liquidez proporcionado pelo banco central chinês, preocupado em desinflar bolhas em alguns ativos.

As instabilidades ocorreram também com as atenções para os Estados Unidos, com o temor de que presidente Joe Biden enfrente dificuldades para conseguir aprovar seu pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão, isso depois de rumores de que o pacote seria dividido em duas partes.

As ações da China registraram uma perda semanal de mais de 3%, com as preocupações de liquidez apertadas. Entretanto, o país é a única grande economia do mundo a evitar uma contração em 2020, com o PIB aumentando 2,3%, mesmo com a pandemia de coronavírus.

No Japão, as ações caíram pelo segundo dia na sexta-feira, perdendo os ganhos iniciais com um impulso de empresas de tecnologia registrando lucros positivos. Os investidores voltaram para a realização de lucros e, ao mesmo tempo, reequilibraram as operações no fechamento do mês.

Por fim, em todos os mercados da região, as atenções permaneceram em Wall Street com o evento da GameStop. As perdas pegaram o Citron Research, um fundo de hedge de vendas a descoberto.

Entre as ações com ganhos na bolsa de Tóquio ficaram as da Sumitomo Dainippon Pharma, alta de 7,88%, as da Motsui Fudosan, alta de 3,34%, a Fuiji Electric, alta de 2,08%, e Mitsui, alta de 1,84%.

No Japão, a produção industrial estendeu as quedas em dezembro, enquanto as fábricas lutavam com um impacto na demanda com as medidas de bloqueio globais da COVID-19. A produção caiu 1,6% no comparativo mensal para 93,2, ante os 97,5. Os envios caíram 1,6% para 92,3, de 97,2. Os estoques subiram 1,1% de 93,2 para 95,3.

O governo também divulgou que a taxa de desemprego dessazonalizada do país se manteve estável em 2,9% em dezembro, superando a estimativa mediana de 3,0%. Os dados são do Governo do Japão.

Na Austrália, a demanda final (excluindo exportações) cresceu 0,5% neste trimestre e caiu 0,1% nos últimos 12 meses. Houve o aumento na construção civil (+ 0,5%), serviços de acolhimento de crianças (+ 7,9%) e alojamento (+ 4,3%).

As quedas ocorreram na fabricação de máquinas e equipamentos especializados (-2,4%), fabricação de açúcar e confeitaria (-5,2%) e fabricação de cigarros e fumo (-5,0%). Os dados são do Governo da Austrália.

*Tradução ID com casas de análises

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?