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Dados econômicos da China pesam nos mercados acionários

Data de criação:

access_time 15/03/2021 - 10:29

Data de atualização:

access_time 15/03/2021 - 10:29
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Os mercados acionários da Ásia fecharam novamente sem direção nesta segunda-feira (15). O que se viu foi o investidor mantendo as atenções nos dados econômicos da China, que viu alta no desemprego, mas com elevação na produção industrial.

Ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em alta de 0,33% aos 28.833 pontos. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,96% aos 3.419 pontos. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 2,13% a 2.172 pontos e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 3,96%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,17% aos 29.766 pontos. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 0,35% aos 3.106 pontos. O índice Sensex, bolsa de Mombai, ficou em queda de 0,78% aos 50.395 pontos. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,09% aos 6.773. O índice Kospi, bolsa de Seul, ficou em queda de 0,28% aos 3.045. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 0,04% aos 16.249 pontos. O índice MSCI Asia Pacific fechou em queda de 0,10%.

Na Ásia, os dados econômicos mistos  da China pesaram no movimento de alta generalizada nos mercados acionários da região. Os dados da produção industrial e vendas no varejo vieram acima das projeções dos analistas, reforçando o cenário de forte recuperação em “V” da economia chinesa. Entretanto, aquele país registrou alta na taxa de desemprego.

As preocupações permanecem com um possível movimento de aperto de liquidez por parte do PBoC (banco central chinês), que seguiram pesando sobre as ações.

Na China, em fevereiro, os investimentos em ativos fixos aumentaram 35% com relação ao ano anterior, ficando aquém do aumento previsto de 40%. Os investimentos em ativos fixos aumentaram 2,9% em janeiro.

A produção industrial cresceu 35,1% contra um salto previsto de 30%, com as vendas no varejo aumentando 33,8%. Economistas previam que as vendas no varejo aumentariam 32%. Do lado negativo, porém, houve uma elevação da taxa de desemprego de 5,2% para 5,5%. Os dados são do Governo da China.

No Japão, os principais pedidos de maquinários do setor privado caíram 4,5% em janeiro no comparativo com o mês anterior. Essa foi a primeira queda em quatro meses, com declínios em uma ampla gama de setores que estão se recuperando dos resultados negativos induzidos pela pandemia. Depois de um aumento revisado para cima de 5,3%, os pedidos, que excluem os de navios e concessionárias de eletricidade devido à sua volatilidade, totalizaram 841,67 bilhões de ienes (US $ 7,7 bilhões), de acordo com o Gabinete do Governo.

*Ivonéte Dainese com relatórios oficiais

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