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Destaque da Guide fica com a C&A estudando a venda do negócio no Brasil

Data de criação:

access_time 19/10/2020 - 13:26

Data de atualização:

access_time 19/10/2020 - 13:26
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No relatório, desta segunda-feira, os analistas da Guide Investimentos destacaram os principas arranjos entre as empresas, como a BR Malls analisando os negócios com a Ancar. A C&A estuda vender os negócios no Brasil

C&A:

A família controladora da C&A, que tem sua sede na Holanda, está considerando vender sua posição na operação do Brasil. Este movimento permitiria com que a companhia focasse sua operação na Europa. Nesse ano, a empresa já se desfez das operações no Mexico e China, e agora, relatam a fundos estrangeiros de private equity que estariam abertos a analisar uma proposta pelo ativo no Brasil, listado em bolsa desde o fim de 2019.

De acordo com um banco de investimentos, a venda das operações brasileiras já estava no radar dos investidores, desde que a companhia começou a prospectar o mercado por meio de contatos feitos pela matriz, testando interesse de fundos e grupos estratégicos.

“Negativo. Desejando focar sua operação na Europa, a C&A, que já se desfez da operação no Mexico e na China, agora deseja encerrar os negócios no Brasil. Segundo fontes, esse movimento já era esperado pelo mercado.”

BR Malls:

A BR Malls está estudando uma possível combinação de negócios com a Ancar, operadora de shoppings. A Ancar administra hoje 24 centros comerciais, nos quais estão inclusos o Shopping Eldorado, Shopping Metrô Itaquera e Shopping Pátio Paulista, localizados em São Paulo.

A administração da BR Malls anunciou que caso estas conversas desenvolvam, os investidores serão alertados.

“Positivo. Mesmo ainda estando em um estágio muito inicial, as conversas sinalizam uma possível mudança muito positiva à BR Malls. A empresa já possui grande escala em sua operação e pode conseguir ampliar esta ainda mais com a combinação parcial de seus negócios com os da Ancar.”

Grupo Mateus:

Após auditoria do grupo Grant Thornton, o Grupo Mateus afirmou ter encontrado “deficiências moderadas” em seus controles internos.

Foram encontrados registros fora de seu livro contábil e operações entre partes relacionadas com saldos já vencidos, mas sem a devida baixa.

No último sábado (17/10), o Grupo Mateus afirmou que não existem ressalvas no parecer do auditor sobre as demonstrações financeiras e que não é obrigada a divulgar deficiências moderadas, apesar de tê-lo feito em seu formulário.

A companhia implementou neste ano um comitê de auditoria, para supervisionar a implementação das recomendações dos auditores.

“Marginalmente Negativo. A empresa realizou sua oferta de IPO a pouco tempo, e por isso, o ideal seria que esta já tivesse se notificado destas “deficiências moderadas” em seus controles internos. No entanto, a mesma implementou um comitê de autoria nesse ano, o que deve auxiliar no supervisionamento interno.”

Setor de Companhias Aéreas:

O pacote de auxílio de R$6 bilhões ao setor de aéreas, estruturado pelo BNDES, ainda não foi liberado. Esta proposta de financiamento, anunciada no fim de março, é considerada cara e de uso restrito. Os recursos que ficarão disponíveis às companhias não poderão ser utilizados, por exemplo, para pagar dívidas ou comprar aviões, o que não será muito eficaz ao setor.

A demora para a liberação deste está se estendendo tanto que a Gol e a Azul já ajustaram suas despesas e caixa para enfrentar até o ano que vem com posição confortável. A Latam, por sua vez, ganhou fôlego com a recuperação judicial nos EUA.

Em dezembro termina o prazo para as empresas decidirem se tomarão os recursos do pacote do BNDES, que também conta com participação de bancos privados.

O total será de R$6 bilhões, para ser dividido entre as três empresas (Gol, Azul e Latam).

“Negativo. O pacote está demorando muito a ser liberado, o que fez com que as companhias já conseguissem tomar ações à fim de estruturarem uma posição líquida confortável. Ainda, existem muitas limitações dentro do pacote, que fazem as empresas questionarem se este seria benéfico às mesmas.”

Vale:

Hoje, após o fechamento do mercado, a Vale vai divulgar seu relatório de produção referente ao 3T20. O presidente da cia, presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, afirmou na última sexta-feira (16/10) em um evento do jornal “Financial Times”, que a produção de minério de ferro da companhia chegará ao patamar de 400 milhões de toneladas por ano ao fim de 2022 ou início de 2023.

Bartolomeu ainda afirmou que cerca de 20% da capacidade de produção estará exposta às restrições impostas às minas com barragens do tipo a montante.

“Positivo. O setor vem sendo beneficiado por um aumento da demanda por minério de ferro na China. Além disso, a Vale vem cada vez mais se certificando do estado de segurança em cada barragem. As expectativas do Mercado são positivas para o resultado.”

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