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Guide Investimentos faz uma troca na Carteira de Dividendos

Data de criação:

access_time 03/09/2020 - 08:30

Data de atualização:

access_time 02/09/2020 - 22:03
format_align_left 3 minutos de leitura

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Na Carteira de Dividendos para setembro, os analistas da Guide Investimentos optaram por fazer apenas uma troca, com a entrada da TIM ON (TIMP3) para a saída da CEMIG PN (CMG4).

“Para o mês de setembro, optamos por realizar os ganhos sobre os ativos da Cemig para dar entrada aos da Tim, com destaque para a possível venda de ativos móveis da Oi para o conjunto das empresas de telecomunicações, além de o seu grande potencial de pagamento de dividendos. A taxa de dividendo anual (dividend yield) estimada para a carteira para os próximos 12 meses está por volta de 4%.

As nossas premissas para a escolha de ativos seguem as mesmas. Continuamos procurando empresas:  sólidas e com ótima administração; geração de caixa expressiva; negócios mais resilientes e com alto poder de repasse de preços.

Carteira Recomendada de Dividendos

B3 (B3SA3) peso de 15% – Yield = 3,6%;
Minerva (BEEF3) peso de 10% – Yield = 3,3%;
Cyrela (CYRE3) peso de 10% – Yield = 0,8%;
Itaúsa (ITSA4) peso de 10% – Yield = 5,3%;
Sanepar (SAPR11) peso de 15% – Yield = 6,2%;
AES Tiete (TIET11) peso de 15% – Yield = 6,8%;
TIM ON (TIMP3) peso de 10% – Yield = 3,0%; e
Vale (VALE3) peso de 15% – Yield = 3,8%.

Saiu a Cemig PN (CMIG4) para a entrada da Tim ON (TIMP3)

TIM ON (TIMP3)

“A companhia conseguiu manter sob controle seus gastos com custos e despesas, o que tem se traduzido em uma expressiva melhora nas margens operacionais da empresa. Além disso, a companhia tem apresentado um crescimento surpreendente da receita, focando no mix de produtos com maior valor agregado – o aumento da receita líquida do serviço móvel segue acelerado e impulsionando os números da Tim.

Em suma, a Tim tem se beneficiado do maior foco na eficiência operacional. Olhando para frente, seguimos otimistas com a companhia. Destacamos a continuação do processo de Turnaround operacional, com intuito de colocar a empresa em um novo posicionamento estratégico dentro do setor de telecom, com maior qualidade e poder de precificação.

Por fim, destacamos que a Tim pode atuar de forma relevante em uma possível consolidação do setor (aquisição de parte da telefonia móvel da Oi), além da reestruturação societária em andamento.”

Cemig PN (CMIG4)

“Nessa semana optamos por retirar os ativos da Cemig da nossa carteira de dividendos, para dar entrada aos da Tim, que acreditamos possuir maiores oportunidades no curto prazo. A expectativa para os próximos anos é de melhora operacional e desalavancagem financeira da cia, sob o governo Zema, em meio a uma gestão mais profissionalizada. Ou seja, vemos espaço pra valorização do ativo.

Sustentamos nossa recomendação: programa de desinvestimento da Cia; melhora operacional dos últimos trimestres; e expectativa de desalavancagem financeira mais acelerada. Além disso, vale destacar as últimas revisões tarifárias da Cemig, algo que deve contribuir para impulsionar a geração de caixa da companhia nos próximos trimestres. A desalavancagem financeira da Cemig segue como um dos principais drivers para o papel. O objetivo da empresa é reduzir a relação entre dívida líquida e Ebitda para abaixo de 2,5x. Caso efetivado seu plano de desinvestimento, incluindo a venda de participações na distribuidora da Light, a empresa deve destravar valor já que tem uma série de compromissos para honrar no curto prazo.

A Cemig vem apresentando avanços em seu plano de desinvestimento, para reduzir seu endividamento, mantendo mais equilibrado com sua geração de caixa. Dentre a estratégia de desinvestimento da Cemig, ainda destacamos: venda das ações da Light; e venda da participação na Taesa.”

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