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INDICADORES: Resumo Econômico para sexta-feira

Data de criação:

access_time 10/01/2020 - 12:10

Data de atualização:

access_time 10/01/2020 - 12:10
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Acompanhe o resumo da agenda econômica desta sexta-feira (10/01/2020) e que está direcionando o mercado global. O destaque é o IPCA do Brasil divulgado pelo IBGE.

ÁSIA

No Japão, os gastos do consumidor caíram no Japão em outubro, com o imposto sobre vendas subindo de 8% para 10%. A queda nos gastos das famílias foi quase tão ruim quanto em 2014, quando o imposto sobre vendas foi aumentado pela última vez, provocando uma recessão. O crescimento continua sob pressão dos atritos comerciais que tiveram um efeito devastador sobre os fabricantes em todo o mundo, principalmente na indústria automobilística. Os dados são do Departamento de Estatísticas do Japão.

No Japão, o índice líder caiu para o nível mais baixo em dez anos em novembro, mostraram dados do Gabinete do Gabinete nesta sexta-feira. O índice líder, que mede a atividade econômica futura, caiu para 90,9 em novembro, ante 91,6 em outubro. Isso estava de acordo com as expectativas dos economistas. O índice mais recente foi o mais baixo desde novembro de 2009, quando foi de 90,5.

O índice coincidente que reflete a atividade econômica atual caiu para 95,1 em novembro, de 95,3 no mês anterior. Os economistas esperavam uma pontuação de 95,2.

O índice de atraso subiu para 104,2 em novembro, ante 103,9 no mês anterior.

Na Austrália, as vendas no varejo ficaram muito mais fortes do que o esperado em novembro, no que parece ser uma combinação das vendas da ‘Black Friday’ e algum efeito retardado das medidas de estímulo à política.

As vendas totais no varejo aumentaram 0,9%, muito acima das expectativas de um ganho de 0,4% e o resultado mensal mais forte desde novembro de 2017. O crescimento anual aumentou para 3,2% ao ano. Os dados são do Departamento de Estatísticas Australiano.

Grande parte disso reflete a crescente popularidade do evento de vendas da ‘Black Friday’, embora os detalhes sugiram que o varejo tradicional também registrou um forte ganho que seria consistente com algum efeito atrasado das recentes medidas de estímulo – os pagamentos de compensação de impostos que saíram no terceiro trimestre e cortes nas taxas de juros em junho, julho e outubro. O valor combinado disso deve adicionar cerca de US $ 16,6 bilhões à renda disponível das famílias durante o ano até junho de 2020, mas até agora não havia visto praticamente nenhum fluxo para os gastos. Em dólar, o ganho relativamente forte de novembro nas vendas no varejo ainda vale apenas US $ 250 milhões.

EUROPA

Na França, em novembro de 2019, a produção ficou praticamente estável na indústria de transformação (-0,1%, após + 0,6%). O aumentou em toda a indústria (+ 0,3%, após + 0,5%). Nos últimos três meses, a produção industrial aumentou (+ 0,7%). Nos últimos três meses, a produção aumentou na indústria de transformação (+ 0,7%) e mais moderadamente em toda a indústria (+ 0,4%).

Nos últimos três meses, a produção aumentou em “outras manufaturas” (+ 1,0%), na fabricação de bens de máquinas e equipamentos (+ 1,3%), na fabricação de equipamentos de transporte (+ 0,6%) e na fabricação de alimentos produtos e bebidas (+ 0,5%). Por outro lado, caiu nas minas e pedreiras, energia, abastecimento de água (-1,6%) e caiu na fabricação de coque e derivados de petróleo refinado (-16,7%). Os dados são INSEE.

Na Itália, em novembro de 2019, o índice de produção industrial ajustado sazonalmente aumentou 0,1% em comparação com o mês anterior. A variação da média dos últimos três meses em relação aos três meses anteriores foi de -0,7%. O índice de produção industrial ajustada do calendário diminuiu 0,6% em comparação com novembro de 2018. O índice de produção industrial não ajustado diminuiu 3,7% em relação a novembro de 2018. Os dados são do Istat.

CANADÁ

No Canadá, o emprego aumentou 35 mil, alta em 0,2%, em dezembro, e a taxa de desemprego caiu 0,3 pontos percentuais para 5,6%. Nos 12 meses encerrados em dezembro, o emprego aumentou 320 mil (+ 1,7%), resultado de ganhos no trabalho em tempo integral em 283 mil, ou alta em 1,9%. No mesmo período, o número de horas trabalhadas foi pouco alterado. Os números são do Governo Australiano.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, o total de empregos no setor privado medido pelas folhas de pagamento, Payroll, subiu em 145 mil em dezembro e a taxa de desemprego permaneceu inalterada em 3,5%, informou hoje o Departamento do Trabalho. Os melhores resultados ocorreram no comércio varejista e na assistência médica, enquanto a mineração perdeu empregos.

Em dezembro, o salário médio por hora de todos os funcionários com folhas de pagamento não-agrícolas privadas aumentou 3 centavos, para US $ 28,32. Nos últimos 12 meses, o salário médio por hora aumentou 2,9%. Em dezembro, o salário médio por hora de produção do setor privado e funcionários não supervisionados, em US $ 23,79, foi pouco alterado (+2 centavos).

Com a taxa de desemprego em 3,5%, o número de pessoas desempregadas era inalterado em 5,8 milhões. Um ano antes, a taxa era de 3,9% e o número de desempregados em 6,3 milhões. Os desempregados de longa duração (27 semanas ou mais) somavam 1,2 milhão, inalterado e representando 20,5% dos desempregados.

A taxa de participação da força de trabalho permaneceu inalterada em 63,2% em dezembro. A relação emprego-população foi de 61,0% pelo quarto mês consecutivo, mas alta em 0,4 ponto percentual ao longo do ano.

BRASIL

No Brasil, a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o ano de 2019 em 4,31%, divulgou hoje o IBGE. A taxa ficou acima do centro meta de 4,25%, mas dentro do limite de variação de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Ou seja, a inflação poderia ficar entre 2,75% e 5,75%. Em 2018, o IPCA foi 3,75%.

Os preços do grupo alimentos e bebidas pesaram no bolso dos brasileiros no ano passado. A alta de 6,37% foi puxada, sobretudo, pelas carnes, cujos preços dispararam no mercado interno devido ao aumento das exportações para a China e à desvalorização do real.

No Brasil, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,67% no primeiro decêndio de janeiro de 2020. No primeiro decêndio de dezembro, a taxa havia sido de 1,83%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,86% no primeiro decêndio de janeiro. No mesmo período do mês de dezembro, o índice havia subido 2,57%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais subiram com menor intensidade, passando de 3,04% em dezembro para 1,59% em janeiro. A principal contribuição para este movimento partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 6,49% para 4,08%. O índice correspondente aos Bens Intermediários passou de 0,27% no primeiro decêndio de dezembro para 1,04% no primeiro decêndio de janeiro. Esta alta foi influenciada pelo subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 0,35% para 4,67%.

No Brasil, o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos de idade, registrou no quarto trimestre de 2019, variação de 1,19%. Em 12 meses, o IPC-3i acumula alta de 4,18%. Com este resultado, a variação do indicador ficou acima da taxa acumulada pelo IPC-BR, que foi de 4,11%, no mesmo período.

Na passagem do terceiro trimestre de 2019 para o quarto trimestre de 2019, a taxa do IPC-3i registrou acréscimo de 0,71 ponto percentual, passando de 0,48% para 1,19%. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação, cuja taxa passou de -1,76% para 3,11%. O item que mais influenciou o comportamento desta classe de despesa foi carnes bovinas, que variou de 26,03 no quarto trimestre, ante 1,89%, no anterior.

No Brasil, o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado hoje (10) pelo IBGE, fechou 2019 com alta de 4,03%, ficando 0,38 ponto percentual abaixo da taxa de 2018, que havia sido de 4,41%. Esse indicador mede o custo nacional para o setor habitacional, que passou para R$ 1.158,81, sendo R$ 605,54 relativos aos materiais e R$ 553,17 à mão de obra. No mês, em relação a novembro, a variação foi de 0,22%, a mesma registrada em dezembro de 2018.

Os materiais tiveram queda de preço (-0,13%) em relação ao mês anterior. Mas, no acumulado do ano de 2019, registraram alta, de 4,54%.

Tradução ID com relatórios oficiais

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