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ÍNDICES: Como estão os mercados acionários, as moedas e agendas?

Data de criação:

access_time 26/10/2020 - 13:10

Data de atualização:

access_time 26/10/2020 - 13:10
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Acompanhe o comportamento dos principais índices dos mercados acionários e das moedas para esta segunda-feira (26/10).

ÁSIA – Ao final, o índice Xangai, China, ficou em queda de 0,82% aos 3.251. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 0,52% a 2.212 e o ChiNext ficou estável. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, caiu 0,09% a 23.494. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,55% aos 2.523. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 1,33% aos 40.145.  O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,18% aos 6.155. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,72% a 2.343 pontos. O índice Taiex, bolsa de Seul, ficou em alta de 0,08% aos 12.909 pontos.

As bolsas asiáticas fecharam com perdas nesta segunda-feira. A cautela teve como peso a proximidade das eleições nos Estados Unidos, em dia de agenda esvaziada e sem as operações de Hong Kong por conta de um feriado. No Japão, a bolsa fechou em queda com as ações da siderúrgicas e do setor financeiro. Os lucros das empresas na temporada de resultados também ficaram entre os destaques do dia. Além disso, as ações das empreendedoras perderam força. No Japão, o Índice de Preços do Produtor de Serviços (todos os itens) aumentou 1,3% em relação ao ano anterior. O Índice de Preços do Produtor de Serviços (todos os itens <excluindo transporte internacional>) aumentou 1,4% em relação ao ano anterior. Os indicadores foram apresentados pelo Governo do Japão.

EUROPA: Há pouco, o índice Stoxx Europe 600 operava em queda de 1,57% aos 356.88 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) seguia em queda de 0,79% a 5.813 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) opera em queda de 3,41% aos 12.217 pontos; o CAC 40 (Paris) segue em queda de 1,61 aos 4.830 pontos; o FTSE-MIB (Milão) segue em queda de 1,61% aos 18.972 pontos; o Ibex 35 (Madri) está em queda de 1,19% a 6.811 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) segue em queda de 1,93% aos 4.059 pontos.

As bolsas de ações da Europa estão dando sinais de fechamento no vermelho. A segunda onda da pandemia de COVID-19 não dá trégua e novas medidas ainda mais severas estão sendo adotadas na França. Neste domingo, foram 52 mil novos casos registrados em território francês em 24 horas, mais que o dobro da semana passada. Na Itália, o primeiro-ministro Giuseppe Conte anunciou novas regras para os bares e restaurantes, com fechamentos previstos para as 18h. Teatros, cinemas, ginásios e piscinas púbicas também serão mantidos fechados. Na Espanha, o primeiro-ministro Pedro Sánchez anunciou estado de emergência e reforçou o toque de recolher. O novo lockdown resultou em novos protestos na Europa. Nesta sessão, a agenda estava enfraquecida, com apenas o instituto Ifo informando que o índice de Clima de Negócios para a Alemanha caiu para 92,7, de 93,2 revisados para baixo em setembro. A queda ocorreu depois de cinco meses de altas. O euro estava em queda de 0,37% a US$1.1815 e a libra recuava 0,29% a US$1.3001.

ESTADOS UNIDOS – Há pouco, o Dow Jones seguia em queda de 2,56% aos 27.609 pontos; o S&P seguia em queda de 2,12% aos 3.392 pontos; e o Nasdaq seguia em queda de 1,82% aos 11.343 pontos.

Os índices na bolsa de Nova York voltaram para o campo negativo. Os investidores estão atentos para o pacote fiscal, com as conversas sem avanços. Porém, o maior peso na principal bolsa de ações do mundo se dá com o avanço assustador da segunda onda da pandemia de coronavíurs no País e na Europa. Por outro lado, o clima político esquenta e parte do eleitorado já votou. A agenda local estava praticamente vazia, com apenas o Census apresentado os dados do setor imobiliário. O índice de dólar está em alta de 0,34% a 93,08.

BRASIL: Ibovespa opera estável aos 101.192 pontos. O dólar comercial opera estável a R$5,625 para a venda.

Depois da abertura em alta, o Ibovespa passou para o negativo, com a sessão prometendo forte volatilidade. Os investidores, que seguiam animados com os balanços das empresas, tiveram as preocupações elevadas nesta segunda-feira com o avanço dos novos casos de coronavírus nos Estados Unidos e na Europa. A semana, que é a reta final do mês de outubro, está com agenda global carregada e com a eleição americana na porta. Por aqui, amanhã começa a penúltima reunião do COPOM, que deverá manter a taxa Selic inalterada nos 2%. Além disso, a Vale, Petrobras e bancos deverão apresentar os números do balanço do 3T20. Hoje, o BCB apresentou o Boletim Focus, com ligeira correção na projeção do PIB para menos 4,81%. Por fim, a votação para o Orçamento de 2021 também segue no foco semanal. O dólar comercial está sem direção.

Commodities

O petróleo referência Brent opera em queda de 2,68% aos US$40,65 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI seguia em queda de 2,89% aos US$38,70 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao, China, ficou em queda de 0,84% a US$114,63 a tonelada.

*Tradução ID com relatórios e casas de análises

 

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